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Petrobras reduz preço da gasolina na refinaria em 4,4% a partir de sábado


Valor médio do litro da gasolina ficará em R$ 1,9543; diesel segue estável. Refinaria Presidente Bernardes (RPBC), da Petrobras, em Cubatão, SP José Claudio Pimentel/G1 A Petrobras vai reduzir os preços da gasolina nas refinarias em 4,4%, em média, a partir deste sábado (25), um corte de 0,0907 real por litro, para R$ 1,9543, segundo informações no site da companhia nesta sexta-feira (24). O diesel segue estável. O reajuste, primeiro na gasolina desde 30 de abril, acontece em uma semana em que o mercado de petróleo marcou o pior desempenho de 2019, com o barril do Brent, referência internacional, recuando 4,5% desde segunda-feira. Houve também valorização do real, que iniciou a semana cotado a cerca de R$ 4,08. Nesta sexta-feira, a moeda norte-americana caiu 0,8%, vendida a R$ 4,0152. A Petrobras decide sobre os preços dos combustíveis com base em fatores como a cotação internacional do petróleo e o câmbio, mas uma sistemática em vigor desde setembro prevê o uso de operações de hedge para permitir um espaçamento maior entre os reajustes. Leia Mais

Ministro diz que governo federal estuda aluguel social no Minha Casa Minha Vida


Proposta do governo é que usuários mais carentes recebam subsídio para pagar um aluguel pelos imóveis, em vez de adquiri-los. Projeto do Minha Casa Minha Vida em Petrolina (PE) Juliane Peixinho O governo federal estuda implantar um "aluguel social", com tarifa acessível, para beneficiários do Minha Casa Minha Vida, afirmou nesta sexta-feira (24) o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto. Ele esteve em Petrolina (PE) com o presidente Jair Bolsonaro para a inauguração de um conjunto habitacional pelo programa. O aluguel social é uma modalidade na qual o governo paga para uma família manter um imóvel por um período determinado. Prefeituras e governos estaduais mantêm programas do tipo no país atualmente. Pelas regras de hoje, os beneficiários do Minha Casa Minha Vida compram o apartamento por meio de financiamento, com subsídio de até 90% por parte do governo federal. "Em alguns casos, o aluguel social, a locação social, é o mais apropriado. Em outras, outras, a transferência do imóvel. Mas ainda é uma proposta que está sendo discutida e passará pelo crivo da sociedade, da Caixa Econômica [Federal] e do Ministério da Economia?, disse o ministro. "Não é que vai deixar de entregar casa para a população." Ao jornal "O Estado de S.Paulo", nesta sexta, Canuto afirmou que as mudanças estão em estudo nas linhas de crédito destinadas a atender aos mais pobres, para famílias com renda de até R$ 1.800 (chamada de "faixa 1" no Minha Casa Minha Vida) e de até R$ 2.600 ("faixa 1,5"). Ainda não há detalhes de como o projeto funcionará. Em Petrolina, Canuto falou na necessidade de o programa ser aperfeiçoado e de ter identificado "falhas", sem especificar. Na entrevista ao "Estado", ele disse que uma das falhas é a venda dos apartamentos por beneficiários do programa --a venda é proibida. O governo federal irá investir R$ 11,6 bilhões em novas contratações para o Minha Casa Minha Vida, ainda segundo Canuto. "Essa história de que o programa parou não existe." Procurado, o Ministério do Desenvolvimento Regional informou que a Política Nacional de Habitação está sendo reformulada e que a criação de uma modalidade de aluguel social é uma das possibilidades. Leia Mais

Facebook: O que se sabe sobre a GlobalCoin, criptomoeda que a empresa quer lançar em 2020


A empresa, criticada pela maneira como lidou com dados de usuários, planeja lançar a moeda em uma dezena de países O Facebook está finalizando o projeto de lançar no primeiro bimestre de 2020 sua própria criptomoeda, um dos pilares de um sistema de pagamentos digitais que funcionaria em uma dezena de países. facebook silhuetas celular companhia empresa Dado Ruvic/Reuters A empresa, que deve dar mais detalhes nos próximos meses, pretende testar a GlobalCoin ainda neste ano. No mês passado, o fundador da empresa, Mark Zuckerberg, se encontrou com Mark Carney, dirigente do Banco Central do Reino Unido, para falar sobre as oportunidades e os riscos que envolvem o lançamento de uma criptomoeda. Zuckerberg nega que desmantelar Facebook solucione problemas da rede social Nova essência do Facebook, privacidade pode ser melhor para a empresa que para usuário Além disso, a empresa pediu conselhos ao Tesouro americano, sobre questões operacionais e regulatórias de oficiais, e a companhias de transferência de dinheiro, como Western Union, em busca de maneiras fáceis e baratas para pessoas sem contas bancárias mandarem e receberem dinheiro. Como funcionará a criptomoeda do Facebook? O Facebook, que reúne mais de 2 bilhões de perfis no mundo, quer seu sistema de pagamentos com moeda digital sirva para usuários que também não tenham conta bancária. A empresa, dona também do WhatsApp e do Instagram, busca quebrar barreiras financeiras, competir com bancos e reduzir custos de consumidores. Mark Zuckerberg no encontro anual do Facebook na Califórnia Stephen Lam/Reuters O projeto, apelidado de Libra, foi noticiado pela primeira vez em dezembro passado. O Facebook também estaria negociando com comerciantes online para que aceitem a moeda como pagamento em troca de taxas de transação mais baixas. O que é uma criptomoeda? Moedas virtuais podem ser usada para pagar por coisas na vida real, como um quarto de hotel, comida ou até uma casa. Elas são armazenadas em carteiras e podem ser enviadas de forma anônima entre usuários. Criptomoedas são rodadas com a tecnologia blockchain, que usa blocos de informação, como acordos ou transações, a serem armazenados em uma rede de computadores. A informação é armazenada cronologicamente, pode ser vista por uma comunidade de usuários, e normalmente não é administrada por uma autoridade central como um banco ou um governo. O conceito foi criado para garantir segurança e anonimato aos usuários, prevenindo adulteração ou sequestro da rede. Por que a criptomoeda do Facebook gera preocupações? O Facebook tem sido criticado pelo modo com administra e preserva as informações pessoais de usuários, e por isso reguladores devem examinar de perto o lançamento de uma criptomoeda da empresa. No início do mês, o Senado americano escreveu uma carta aberta a Zuckerberg perguntando como que a moeda funcionará, que proteção será oferecida ao consumidor e como será a proteção das informações. Sede do Facebook, na Califórnia Thiago Lavado/G1 O Facebook também debateu o processo de checagem de identidade e como reduzir os riscos de lavagem de dinheiro com o Tesouro americano. Estima-se que o Facebook e seus parceiros queiram prevenir grandes flutuações cambiais atrelando a moeda a câmbios estabelecidos, como o dólar americano, o euro e o iene japonês. Empreitada anterior da empresa não vingou Não é a primeira vez que o Facebook tenta aproveitar a onda das moedas digitais. Há uma década, a empresa criou o Facebook Credits, moeda virtual que permitia aos usuários comprar itens em aplicativos na rede social. Mas a companhia acabou com o projeto há dois anos depois que afundou. Na nova empreitada, a empresa terá que navegar também uma míriade de regulações nos países em que quer entrar. Um deles é a Índia, que recentemente refreou o segmento de moedas digitais. As conversas estão na fase inicial com governos, bancos centrais e reguladores, e pessoas que acompanham o processo admitem que lançar qualquer criptomoeda até o começo do ano que vem é uma meta ambiciosa. Procurados, Facebook, Western Union e o Banco da Inglaterra não quiseram comentar o assunto. Acesso a dados financeiros A maior atração das moedas digitais para bancos e grandes empresas é a tecnologia por trás delas. A tecnologia blockchain pode ajudar a reduzir o tempo e o custo de mandar dinheiro através de fronteiras ultrapassando redes bancárias. O especialista David Gerard disse que o Facebook teria acesso a informações valiosas sobre gastos criando seu próprio sistema de pagamento. No entanto, ele questionou por que a gigante rede social precisaria de sua própria criptomoeda para guardar os dados. Ele disse que, em vez disso, o Facebook poderia criar uma plataforma como o PayPal, que permite a usuários transferirem moedas tradicionais. Criptomoedas são vulneráveis a flutuações de valor, que, segundo Gerard, pode criar uma barreira para o sucesso da GlobalCoin do Facebook. "Pessoas normais não querem lidar com uma moeda que está subindo e descendo o tempo todo", ele explicou. Mas Garrick Hileman, um pesquisador da London School of Economics, disse que o projeto pode ser um dos eventos mais significativos na curta história de criptomoedas. Ele faz uma estimativa conservadora: 30 milhões de pessoas usam criptomoedas hoje. Leia Mais

Choques internos e externos podem inviabilizar recuperação do Brasil, diz FMI


Riscos estão num eventual fracasso da reforma da Previdência e nas tensões comerciais internacionais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou nesta sexta-feira (24) que choques domésticos e externos podem inviabilizar a já lenta recuperação da economia brasileira. Para o FMI, o principal risco interno está num eventual fracasso do governo em conseguir aprovar uma "robusta" reforma da Previdência. No cenário externo, os riscos estão na crise da Argentina - o país é um importante parceiro comercial do Brasil - e nas tensões comerciais internacionais. EUA e China travam nova rodada da guerra comercial; entenda "A ambiciosa proposta de reforma da Previdência, que está sendo analisada pelo Congresso, estabilizaria os gastos com aposentadorias na próxima década e tornaria o sistema mais equitativo", disse o fundo em relatório apresentado nesta sexta após uma visita oficial ao Brasil. "Para entregar o ajuste fiscal necessário, o Congresso deve preservar o aumento proposto nas idades mínimas de aposentadoria e diminuir os benefícios relativamente altos, particularmente para funcionários do setor público", apontou o FMI. Logo do FMI em Washington, EUA Reuters/Yuri Gripas A reforma da Previdência apresentada pelo governo prevê uma economia de R$ 1,2 trilhão em até 10 anos. A proposta, no entanto, ainda está sendo analisada pela comissão especial da Câmara dos Deputados e ainda não há data para ser votada no plenário. Reforma da Previdência: entenda a proposta ponto a ponto O FMI também pontuou que a recuperação da economia brasileira continua lenta e que há um risco significativo de que o crescimento econômico projetado para este ano, que deve ficar entre 1% e 1,5%, seja ainda menor se o Brasil não endereçar o seu problema fiscal. Em abril, o FMI estimativa que a economia brasileira iria crescer 2,1% neste ano. Do lado externo, o fundo disse que a situação brasileira segue sólida. O FMI estima que o déficit em transação corrente do Brasil deve subiu para 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano - em 2018, o déficit foi de 0,8% do PIB. "A posição externa do Brasil é forte graças a uma grande quantidade de reservas", disse o órgão. Leia Mais

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