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Boeing abre 1ª fábrica de 737 na China em meio a guerra comercial


Boeing e Airbus estão expandindo presença na China, enquanto disputam pedidos no crescente mercado de aviação do país, que deve se tornar o maior do mundo na próxima década. Convidados assistem à entrega do 1º Boeing Max para a Air China, em Zhoushan Thomas Peter/Reuters A Boeing abriu sua primeira fábrica de montagem do jato 737 na China neste sábado (15), um investimento estratégico destinado a alcançar a liderança de vendas sobre a rival Airbus num dos principais mercados de viagens do mundo, movimentado ofuscado pela guerra comercial EUA-China.     Entenda a 'guerra comercial' entre EUA e China e como ela pode afetar a economia mundial A maior fabricante de aviões do mundo também entregou o primeiro dos 737 mais vendidos (737 Max) para a aérea local Air China, no complexo em Zhoushan, cerca de 290 quilômetros a sudeste de Xangai, durante cerimônia com os principais executivos de ambas as empresas.     Os executivos, juntamente com representantes do órgão regulador de aviação da China, mostraram o avião em um evento com participação de centenas de pessoas.     Boeing e Airbus estão expandindo presença na China, enquanto disputam pedidos no crescente mercado de aviação, que deve superar os Estados Unidos como maior do mundo na próxima década.     A Boeing investiu US$ 33 milhões no ano passado para obter uma participação majoritária em uma joint venture com a estatal Comac (Commercial Aircraft Corp of China) para construir o centro de conclusão de montagem.     A Boeing se considera a maior exportadora dos EUA e entregou mais de um em cada quatro aviões que fez no ano passado para clientes na China, onde prevê uma demanda de 7,7 mil novos aviões nos próximos 20 anos avaliados em US$ 1,2 trilhão.     Mas a cerimônia inaugural da fábrica foi ofuscada pelas tensões entre Estados Unidos e China, no meio de uma contundente guerra tarifária. As duas maiores economias do mundo estão em um período de 90 dias para negociar um acordo comercial.      "Estou nervoso com a situação? Sim, é claro. É um ambiente desafiador", disse John Bruns, presidente da Boeing China, a repórteres em teleconferência.     Embora os atritos comerciais tenham prejudicado empresas como os produtores de soja dos EUA e os fabricantes chineses, seu impacto na Boeing ainda não está claro. Aeronaves fabricadas nos EUA até agora escaparam das tarifas de Pequim.     A Boeing pretende atingir a meta de entrega de 100 aviões por ano em Zhoushan, embora Bruns tenha refletido sobre a rapidez com que alcançará esse nível e disse que a Boeing não tem plano de expandir o trabalho para outros tipos de aeronaves.     A Boeing também espera que a usina alivie a pressão nas instalações de Seattle, onde planeja aumentar a produção em 2019 do avião 737, o mais vendido, mas com problemas de produção. Leia Mais

Falha de configuração deixou dados de 120 milhões de brasileiros expostos, diz empresa


Banco de dados contendo dados cadastrais e informações pessoais e financeiras estava aberto para acesso de qualquer um. Responsáveis não foram identificados. Um relatório da empresa de segurança InfoArmor publicado esta semana afirma que um erro de configuração em um servidor deixou exposto um banco de dados contendo dados associados a 120 milhões de números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Brasil. Além dos números únicos de CPF, o arquivo também tinha informações pessoais ? como nome completo, endereço, e-mail e telefone ?, dados financeiros (contas, crédito e outros) e informações eleitorais. O pacote com mais de 95 GB de dados foi encontrado em março de 2018. No mês seguinte, a InfoArmor começou uma busca pelos responsáveis pelo servidor que armazenava os dados, que não foram localizados. A companhia entrou em contato com o provedor de hospedagem onde o servidor estava abrigado e recebeu uma resposta afirmando que o cliente seria alertado. Servidor deixou pasta exposta com bancos de dados que somavam 95 GB. Reprodução/InfoArmor Os dados foram retirados do ar próximo ao fim de abril. Em seu lugar, o servidor passou a redirecionar os acessos ao site "AlibabaConsultas". Não se sabe se o site tem qualquer relação com o servidor encontrado pela InfoArmor. Nesta sexta-feira (14), o AlibabaConsultas estava fora do ar. O registro do site foi feito por meio de um serviço de privacidade, que esconde os dados de contato dos responsáveis. Arquivo renomeado deixou pasta exposta Os arquivos contendo informações associadas ao CPF estavam em uma pasta que ficou simplesmente exposta. Não era preciso explorar nenhuma vulnerabilidade ou quebrar uma senha para ter acesso: bastava acessar o endereço IP correto para ver os arquivos listados. Isso era possível porque o servidor que armazenava os dados tinha um erro de configuração. Em migração para a nuvem, empresas cometem erros que podem expor informações, diz estudo Servidores web normalmente enviam um "arquivo padrão" quando alguém tenta acessar um endereço sem especificar um arquivo. Quando não há um arquivo padrão, o servidor pode ser configurado para exibir um erro (que é a configuração segura) ou a lista de arquivos. Por erro, alguém trocou o nome do arquivo "index.html" para " index.html_bkp". Como o "index.html" é normalmente o arquivo padrão, e ele precisa ter exatamente este nome, o servidor não conseguia mais encontrar o arquivo ? já que ele estava com um nome diferente ? e sua configuração mandava listar o conteúdo da pasta. Logo, a configuração menos segura, junto do arquivo renomeado, foi a "receita" para o vazamento. "Com a corrida maluca rumo à serviços em nuvem compartilhados, estamos vendo uma tremenda quantidade de dados vazamentos que é potencialmente dez vezes maior do que as atividades de atacantes", afirmou Christian Lees, diretor de inteligência da InfoArmor. A InfoArmor lembra que os dados vazados do Yahoo demoraram mais de um ano para apareceram no submundo da internet. A empresa afirmou que estará monitorando esses canais para verificar se as informações dos CPFs também será compartilhada entre criminosos. Dúvidas sobre segurança, hackers e vírus? Envie para [email protected] Selo Altieres Rohr Ilustração: G1 Leia Mais

Mais versátil ou personalizado? O segredo do presente ideal

Dar presentes de Natal ou em qualquer outra época pode ser um desafio. Muitos têm o hábito de escolher presentes personalizados, ou seja, tentar escolher algo que a pessoa realmente vai gostar. Mas você pode ser do tipo que prefere escolher presentes mais versáteis, que podem ser usados de mais de uma maneira. Existe um método melhor do que o outro? Mary Steffel e Robyn A. Le Bouef, duas professoras de marketing, comandaram um estudo para tirar a prova através de uma série de experimentos, publicados no Journal of Consumer Research. O resultado mostra a complexidade de um de nossos atos mais sociais. Os 84 participantes de uma das fases do trabalho tinham, por exemplo, de apontar numa lista qual resposta se parecia mais como a maneira como costumam presentear alguém. ?Escolhendo um presente de que a pessoa mais vai gostar? foi a opção mais votada. Outra frase com muitos votos foi ?escolhendo um presente que mostre o quanto conheço o recebedor?. E de fato ao longo do estudo muitas pessoas preferiram dar presentes personalizados com a intenção de causar maior agrado e de se mostrar mais próximos do presenteados. Personalizar, afinal, requer conhecer alguém. Em teoria, se dá certo e o presente agrada, não é ruim. Então onde está a falha? Quando vamos presentear uma pessoa, principalmente se não a conhecemos tão bem, a escolha tende a supervalorizar alguns traços da pessoa que vai receber o presente, deixando de lado os demais. Assim, o presente é específico demais. Em outro experimento, por exemplo, os participantes escolheram DVDs diferentes para a mesma pessoa quando era presenteada sozinha e quando era presenteada em dupla. Sozinha, eles prestaram mais atenção à informação de que ela gostava de animação, escolhendo um filme da Disney. Mas quando tiveram de escolher um presente para ela e também para uma prima, igualmente fanática por animação, a escolha mudou. Veio à mente uma segunda característica citada pela primeira prima: ela também era fã de ficção científica. A maioria decidiu dar um filme do gênero, deixando a animação para a outra prima, com mais chance de agradar. Se você quiser dar um presente mais personalizado, o melhor, as duas cientistas recomendam, é pensar mais no que a pessoa presenteada gostaria de ganhar do que nos seus traços únicos. Também ajuda comprar presentes para várias pessoas de cada vez. Comparando gostos, a tendência é escolher presentes mais versáteis. Leia Mais

China confirma suspensão de tarifas a veículos e peças americanos


Trégua na guerra comercial entre China e EUA terá 90 dias e vale a partir de 1º de janeiro. China havia imposto tarifas de 40% sobre a importação de carros americanos REUTERS/Stringer A China confirmou a suspensão de tarifas aos automóveis e peças de substituição fabricados nos Estados Unidos a partir do dia 1º de janeiro, uma medida que faz parte do acordo de trégua à guerra comercial fechado há poucos dias pelos presidentes Donald Trump e Xi Jinping. A imprensa local replicou neste sábado (15) o anúncio feito na sexta-feira (14) à noite pelo Ministério de Finanças do país sobre a queda temporária para 15% - atualmente são 40% - dos impostos que a China cobra no setor dos EUA. "A imposição de tarifas aos automóveis e partes originais dos Estados Unidos é um movimento forçoso contra o protecionismo comercial americano, por isso que a suspensão das tarifas é uma medida concreta para implementar o consenso dos dois chefes de estado", escreveu o ministério. Em julho, a China reduziu as tarifas aos veículos importados para 15%, mas mais tarde elevou a taxa para 40% em represália às tarifas punitivas de Washington sobre produtos chineses. O governo vai suspender assim durante três meses a imposição de tarifas que afetarão 211 linhas de produtos como veículos híbridos de passageiros, caminhões com motor diesel, chassis e cintos de segurança dos assentos, entre outros. "Esperamos que as duas partes, de acordo com o consenso dos dois chefes de estado, se baseiem na premissa do respeito mútuo, da igualdade mútua e da fidelidade, das palavras e dos fatos, e intensifiquem as consultas para eliminar todos os aumentos de tarifas e desenvolverem ativamente uma situação equilibrada, inclusiva e benéfica para todos", acrescentou o ministério. Nesta semana, os Estados Unidos também confirmaram as primeiras compras significativas de soja americana pela China desde o início da imposição mútua de tarifas sobre produtos importados entre os dois países, em outro sinal de que a disputa pode estar próxima do fim. Entenda a 'guerra comercial' Igor Estrella/G1 Leia Mais

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