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Venezuelanos fazem filas para comprar produtos antes de mudança da moeda


Na próxima segunda, entra em circulação a nova moeda, que terá um corte de cinco zeros em relação à atual. Venezuelanos fazem fila para abastecer veículos dias antes da virada da moeda do país Frederico Parra/AFP Compras apressadas, longas filas de veículos em postos de gasolina e uma disparada do dólar paralelo marcam os últimos dias antes da entrada em circulação de novas cédulas que cortam cinco zeros do bolívar, a moeda venezuelana. À espera da entrada em vigor da nova moeda, na próxima segunda-feira (20), muitos saíram para comprar mantimentos até onde o dinheiro deu. "Não se sabe o que pode acontecer", disse à AFP Óscar Cabrera, acompanhado da esposa, ao sair de um supermercado em Caracas. Pessoas fazem fila do lado de fora de um supermercado em Caracas, na Venezuela Adriana Loureiro/Reuters As compras desses aposentados foram escassas, corroídas pela hiperinflação que o Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta em 1.000.000% para 2018. "Sabão, um pouquinho de carne, um pouquinho de queijo... E gastamos 70 milhões!", lamentou Omaira Ávila. A cifra equivalerá a 700 bolívares após a reconversão monetária disposta pelo presidente Nicolás Maduro. Imagem mostra quantos bolívares são necessários para comprar um frango na Venezuela: 14.600.000,00. Carlos Garcia Rawlins/Reuters Destruído pelo aumento do custo de vida e a desvalorização do bolívar, o salário mínimo representa menos de US$ 1. As aposentadorias estão abaixo disso. A preocupação também é palpável em cidades como Maracaibo, no petrolífero estado Zulia (nordeste), ou San Cristóbal (Táchira, oeste). "Se me roubam ao pagar, nem vou perceber", se queixou Carolina Palencia, docente de 22 anos, prevendo confusões com as notas, que conviverão por um tempo indeterminado com as anteriores. As notas de menor valor deixaram de ser aceitas por comerciantes há alguns dias. Em Zulia, a mudança monetária chega em meio a uma grave crise elétrica, que paralisou alguns setores por mais de 160 horas contínuas. Em San Cristóbal, entretanto, muitos negócios fecharam pela incerteza. "Prefiro fechar, pois eu mesma não entendo como vamos fazer com as duas moedas", expressou à AFP Luisa Guerra, comerciante de 53 anos. 'Dólar paralelo' dispara A reconversão monetária é a segunda no país depois da que foi realizada pelo ex-presidente Hugo Chávez (1999-2013) em 2008, que cortou três zeros do bolívar. As medidas se somam a políticas de flexibilização a um rígido controle cambial em vigor desde 2003 e, possivelmente, um aumento do preço da gasolina. Entretanto, não há maiores detalhes sobre essas medidas. "É incrível que tudo começará na segunda-feira e ninguém anuncia nada. Quanto a gasolina custará? Como indexar salários? Assim não se gera credibilidade e muito menos confiança", avaliou o economista Alejandro Grisanti. Em meio ao nervosismo, o dólar paralelo, que domina a economia, continua fora de controle. Sua cotação está em cerca de 7 milhões de bolívares por dólar, 28 vezes maior que a taxa oficial. Há uma semana, estava em 3,5 milhões. Feriado no dia da mudança Os venezuelanos não esquecem os atrasos na distribuição das notas lançadas em dezembro de 2016, com protestos que deixaram quatro mortos e centenas de lojas saqueadas. Maduro decretou feriado na segunda-feira para a adequação do novo sistema. Os pagamentos eletrônicos - indispensáveis na Venezuela para qualquer transação diante da falta de dinheiro em espécie - serão suspensos por até 24 horas a partir das 18h locais de domingo (22h GMT). Corrida por gasolina Funcionário de posto de gasolina conta dinheiro na Venezuela, dias antes da mudança da moeda no país Marco Bello/Reuters Nos postos de gasolina, os motoristas enchem o tanque para qualquer imprevisto. "As pessoas estão desesperadas por gasolina", disse à AFP Luis Torres, de 34 anos, trabalhador de um posto no leste da cidade. Segundo ele, os fornecimentos diários de combustível duram entre duas e três horas. O governo manterá um subsídio dos que têm um carnê que dá acesso a benefícios sociais e que a oposição denuncia como "mecanismo de chantagem e controle social". O resto terá que pagar "preços internacionais", segundo Maduro, que não informou nem sobre as tarifas nem prazos para sua aplicação. Os interessados devem cadastrar seu veículo até essa sexta-feira (17). Nos pontos de registro, centenas de pessoas esperavam a sua vez. "Eu não tenho esse carnê e agora estão me dizendo que tenho que pagar a gasolina a preço internacional (...) Vou ter que vender o carro", protestou em Maracaibo Andrés Sandoval, de 37 anos. Leia Mais

Preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminam a semana em queda, diz ANP


Desde a véspera da greve dos caminhoneiros, preço médio do diesel nas bombas baixou R$ 0,21; valor médio do etanol teve o 10º recuo semanal consecutivo. Os preços médios da gasolina e do diesel nas bombas terminaram a semana em queda, mostram dados divulgados nesta sexta-feira (17) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP). O valor da gasolina caiu 0,47%, para R$ 4,44 por litro, em média, enquanto o do diesel recuou 0,18%, para R$ 3,371. O valor representa uma média calculada pela ANP com os dados coletados nos postos, e, portanto, os preços podem variar de acordo com a região. Na mesma semana, a Petrobras baixou os preços da gasolina nas refinarias em R$ 0,06, ou cerca de 3%, seguindo sua política de preços que reajusta os valores quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. Os reajustes são influenciados por fatores como o câmbio e a cotação do petróleo. O repasse ou não do reajuste da Petrobras para o consumidor final depende dos postos. Já o valor do diesel nas refinarias permanece congelado, seguindo acordo feito pelo governo e os caminhoneiros para encerrar a greve da categoria, no final de maio. A previsão era de que o valor do diesel nas bombas seria reduzido em R$ 0,46. Desde a véspera da greve até agora, de acordo com o levantamento da ANP, o desconto do preço médio foi de R$ 0,22. Acumulado do ano Em 2018, o preço da gasolina acumula aumento de 8,31%. O avanço é bem maior do que a inflação de 2,94% acumulada até julho, considerando o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O aumento também é maior do que a inflação esperada para o ano todo, de 4,15%, considerando o último boletim Focus. Já o preço do diesel tem alta acumulada de 1,35% em 2018, também considerando o preço médio calculado pela ANP. Etanol segue caindo O preço médio do etanol nas bombas caiu pela 10ª semana seguida, segundo a ANP. Nesta semana, o valor foi para R$ 2,646 por litro, o que representa uma redução de 1,56% na comparação com a semana anterior. O preço médio do botijão de gás de cozinha também caiu. O recuo de 0,34% desta semana foi o 5º seguido, para R$ 68,21 em média. Posto combustíveis gasolina Uberaba Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba Leia Mais

'Infelizmente, vamos perder alguns ganhos que tivemos na redução da pobreza', diz presidente da Argentina


Observatório Argentino de Dívida Social espera um aumento de 2 a 3% em taxas de pobreza em 2018; país, que vive desvalorização da moeda e avanço da inflação, pediu ajuda ao FMI. Mais argentinos estão provavelmente vivendo na pobreza agora em comparação com o ano passado, disse nesta sexta-feira (17) o presidente Mauricio Macri, conforme a economia do país escorrega em direção a uma recessão após uma crise cambial e uma intensa seca que prejudicou a produção agrícola. Dólar disparando, juros altos, temores sobre inflação e acordo com FMI: entenda a crise na Argentina Argentina aumenta tarifas de ônibus e trem para reduzir dívida fiscal Inflação na Argentina acumula alta de 16% no semestre A economia da Argentina sofreu um golpe em 2018 após a desvalorização do peso argentino levar o governo a assegurar uma linha de crédito de US$ 50 bilhões do Fundo Monetário Internacional (FMI). O peso chegou a mínimas recordes novamente neste mês, conforme investidores fugiram de ativos de mercados emergentes por conta de preocupações com a economia da Turquia. ?Esta desvalorização trouxe um ricochete na inflação, e a inflação é o maior fator de pobreza, e, infelizmente, nós vamos perder alguns dos ganhos que tivemos na redução da pobreza?, disse Macri em entrevista coletiva na província de Jujuy, no noroeste do país. A taxa de inflação de 12 meses da Argentina era de 31,2% em julho. A pobreza na Argentina caiu no ano passado para 25,7%, comparados aos 30,3% de 2016, de acordo com a agência oficial de estatísticas do país, o Indec. O Indec deve publicar no final de setembro estatísticas da primeira metade de 2018 sobre pobreza. O Observatório Argentino de Dívida Social, um centro de pesquisas afiliado à Universidade Católica da Argentina, informou no mês passado que espera um aumento de 2 a 3% em taxas de pobreza em 2018. Economistas esperam que a economia encolha 0,3% neste ano e cresça 1,5% no ano que vem, de acordo com pesquisa mais recente do banco central. ?No ano que vem a economia irá crescer?, disse Macri. ?Não muito, mas irá crescer.? O governo Macri começou a publicar estatísticas de pobreza em 2016, em uma mudança em relação ao governo anterior, que parou de publicar taxas de pobreza em 2013. Na época, o governo disse que somente 5% dos argentinos viviam na pobreza, uma taxa mais baixa que da Alemanha. Mulher espera trem em estação de metrô em Buenos Aires, na Argentina Marcos Brindicci/Reuters Leia Mais

Agências de rating rebaixam nota de crédito da Turquia


S&P cita extrema volatilidade da lira e prevê recessão em 2019; Moody's fala em enfraquecimento das instituições. Lira turca tem forte desvalorização e registra novo mínimo frente ao dólar Murad Sezer/Reuters As agências de classificação de risco Standard & Poor's e Moody's rebaixaram nesta sexta-feira (17) a nota de crédito soberano da Turquia. O país enfrenta uma severa crise econômica. A lira turca já perdeu 40% de seu valor contra o dólar este ano. A Standard & Poor's reduziu o rating do país de BB- para B+ e manteve a perspectiva estável. Na decisão, a S&P citou a extrema volatilidade da lira, além de prever uma recessão no próximo ano. Entenda a crise da moeda da Turquia e os efeitos para emergentes e o Brasil "O rebaixamento reflete nossa expectativa de que a volatilidade da lira turca e o duro ajuste do balanço de pagamentos previsto vão enfraquecer a economia da Turquia. Prevemos uma recessão no ano que vem", disse a S&P. A agência também estima que a inflação vai atingir o pico de 22% nos próximos quatro meses e disse que o enfraquecimento da lira estava colocando pressão sobre o endividado setor corporativo. A crise cambial foi precipitada por desconfianças de investidores sobre a influência do presidente Tayyip Erdogan sobre a política monetária e alimentado pela disputa cada vez maior entre a Turquia e os Estados Unidos. Moody's com perspectiva negativa Já a Moody's cortou o rating de crédito soberano da Turquia para Ba3 ante Ba2 e modificou sua perspectiva de rating para negativa. A agência citou o enfraquecimento das instituições públicas da Turquia e a consequente redução na previsibilidade da política turca. Leia Mais

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