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Após polêmica com criadores, YouTube volta atrás na mudança de regras para verificação de canais


Empresa disse que ouviu a comunidade e que sistema antigo deverá voltar até o fim de outubro. YouTube causou polêmica com criadores com as mudanças anuncias para a verificação de canais Dado Ruvic/Reuters O YouTube voltou atrás nas mudanças das regras para autenticação de canais na plataforma que tinham causado polêmica entre os criadores de conteúdo da plataforma de vídeos. Em comunicado na sexta-feira (20), a empresa disse que voltará a permitir que os criadores com mais de 100 mil inscritos peçam o selo de autenticação, o que não seria possível nas regras anunciadas anteriormente. O sistema será reaberto até o final de outubro. Para ter direito ao selo, o produtor de conteúdo deverá seguir dois critérios: Autêntico: o canal deve representar o criador, a marca ou a entidade real que afirma ser. O YouTube irá analisar vários fatores para ajudar a verificar a identidade; Completo: o canal deve ser público e ter uma descrição, ícone e conteúdo do canal, além de estar ativo no YouTube. Critérios do YouTube para verificar autenticidade do canal YouTube/Divulgação O YouTube afirmou também que quem já estiver o canal autenticado não deverá se preocupar. "Ouvimos alto e claro quanto o emblema significa para você. Os canais que já possuem o selo de verificação agora o mantêm e não precisam apelar. Continuaremos analisando esses canais para garantir que estamos protegendo os criadores de identidade", disse o YouTube em seu blog. Mudança de visual A empresa anunciou também que a forma que o selo de verificação vai aparecer para os usuários será alterada. Segundo o YouTube, os espectadores não sabiam o que significava o símbolo atual. Veja as mudanças: YouTube muda critérios para verificação de contas na plataforma Divulgação/YouTube Novo selo de verificação do YouTube para artistas será diferente do selo para criadores. Divulgação/YouTube Polêmica com criadores Na quinta-feira (19), o YouTube havia anunciado mudanças na política de contas verificadas, incluindo novas regras para que uma conta tenha um selo de verificação da plataforma. Nas redes sociais, criadores de conteúdo com milhares de inscritos em seus canais mostraram os e-mails recebidos do YouTube, com a informação de que poderiam perder o selo de verificado. Segundo o YouTube, os criadores teriam a possibilidade de apelar da decisão antes de a mudança acontecer. Leia Mais

Decisão sobre vínculo trabalhista de motorista do Uber foi mal interpretada, dizem especialistas

Superior Tribunal de Justiça decidiu que motoristas do aplicativo não têm vínculo trabalhista. Para STJ, trabalhador é autônomo, e ações contra a empresa competem à Justiça comum. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu no início do mês que não há relação de emprego entre um motorista do aplicativo de transporte Uber e a empresa. Mas, segundo especialistas ouvidos pelo G1, esse entendimento vem sendo mal interpretado. Para eles, cabe à Justiça do Trabalho decidir sobre as questões trabalhistas envolvendo aplicativos de transporte de passageiros. O caso julgado pelo STJ foi o de um motorista de Poços de Caldas (MG) que pedia a reativação de sua conta pela Uber. O juiz da primeira instância cível mandou o processo para a Justiça trabalhista, e um conflito de competência foi instalado no STJ para decidir com qual dos dois juízes a causa ficaria. No STJ, a Segunda Seção, que trata de direito civil, entendeu que caberia à Justiça comum. Nessa decisão, os ministros afastaram a existência de relação de emprego entre o motorista e a empresa. ?A relação de emprego exige os pressupostos da pessoalidade, habitualidade, subordinação e onerosidade. Inexistente algum desses pressupostos, o trabalho caracteriza-se como autônomo ou eventual?, entendeu o STJ. O relator, ministro Moura Ribeiro, afirma que a Uber atua por meio de aplicativo que aproxima motoristas parceiros e clientes, e que os motoristas são empreendedores individuais, sem vínculo de emprego com a empresa proprietária da plataforma. Disse também que não têm relação hierárquica e ?seus serviços são prestados de forma eventual, sem horários pré-estabelecidos e não recebem salário fixo, o que descaracteriza o vínculo empregatício entre as partes?. A situação trabalhista dos motoristas do aplicativo Uber Justiça Civil x Justiça do Trabalho Para especialistas, a decisão do STJ não significa que a Corte afastou o vínculo empregatício entre os motoristas do aplicativo e a Uber porque, segundo eles, essa questão cabe somente à Justiça do Trabalho decidir, caso a caso. O STJ apenas entendeu que, naquele caso específico, o tema discutido não era trabalhista, avaliam. Advogados em direito do trabalho defendem que a decisão deve ser observada dentro do contexto do processo que chegou ao STJ: o de um motorista que pretendia anular perdas com a suspensão de sua conta e pedia indenização por danos morais, e não verbas trabalhistas, como 13º salário e férias. ?O STJ só julgou um conflito de competência. Não entrou no mérito da questão do vínculo de emprego?, afirma Décio Daidone Júnior, especialista em direito trabalhista, sócio da ASBZ Advogados. ?Quando ele [relator] falou das características do emprego, subordinação etc., ele falou para dizer que isso não está sendo discutido?, pondera. ?Essa decisão está sendo interpretada de forma errada?, afirma André Ribeiro, sócio da área trabalhista do Dias Carneiro Advogados. ?A decisão expressamente fala no voto do relator que, como não há nenhum pedido trabalhista envolvido na ação, a competência é da Justiça cível?, diz. ?Nesse sentido, essa decisão não é um precedente impedindo motoristas do Uber ou qualquer trabalhador de plataformas de serviços de discutir eventual vínculo de emprego na Justiça do Trabalho. Pelo contrário?, complementou Ribeiro. O advogado Carlos Eduardo Ambiel, especialista em direito trabalhista do escritório Ambiel, Mansur, Belfiore e Malta, explica que a competência para julgar as relações de trabalho é da Justiça do Trabalho, incluindo as relações de emprego. ?Mas nessa questão que foi para o STJ, o foco era outro. Somente para delimitar a competência é que se interpretou que a relação era cível?, afirma. ?Isso não afasta a competência da Justiça do Trabalho quando a discussão for se a relação do motorista é de emprego ou não?, disse. ?E obviamente que, se dentre as discussões se levar a questão se existe ou não relação de emprego do motorista, me parece que a competência será da Justiça do Trabalho?, declarou. Leia Mais

Prefeitura de Seringueiras, RO, abre inscrições para concurso com salários de até R$ 8 mil


Estão disponíveis 59 vagas imediatas e quase 200 para formação de cadastro reserva. Inscrições podem ser feitas até o dia 13 de outubro. Concurso em Seringueiras está com inscrições abertas para cargos de nível fundamental Divulgação A prefeitura de Seringueiras (RO), na Região Central, divulgou o edital de um concurso público para a contratação de profissionais em diversos cargos de níveis fundamental, médio e superior. Estão disponíveis 59 vagas imediatas e quase 200 para formação de cadastro reserva. Os salários chegam a R$ 8 mil. As inscrições estão abertas até o dia 13 de outubro e podem ser feitas pelo site do Instituto Brasileiro de Apoio e Desenvolvimento Executivo (Ibade), que é responsável pela realização da prova. Para os cargos de ensino fundamental estão abertas vagas para: almoxarife, auxiliar de serviços diversos, borracheiro, coveiro, inspetor de pátio, mecânico de veículos pesados, merendeira, monitor de transporte escolar, pedreiro, pintor e zeladora. Os salários partem de R$ 998 e chegam a R$ 1.764,97, para uma carga horária de 40 horas semanais. Para os de nível médio as vagas disponíveis são: agente administrativo, agente de endemias, auxiliar de creche, cuidador de crianças, eletricista de veículo, eletricista predial, fiscal de postura, fiscal sanitário, fiscal tributário, motorista de veículo leve, motorista de veículo pesado, operador de máquinas leves, operador de máquinas pesadas, técnico agropecuário, técnico de enfermagem, técnico em farmácia, técnico em laboratório, técnico em radiologia e técnico em saúde bucal. Os salários variam de R$ 1.072,87 a 1.764,97. A seleção para os cargos de nível superior abrange vagas para: assistente social, bioquímico, enfermeiro, engenheiro agrônomo, farmacêutico, fiscal de obras, fisioterapeuta, intérprete de Libras, médico anestesista, cardiologista, clínico geral, ginecologista, pediatra, nutricionista, odontólogo, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo e técnico ambiental. Os salários variam de R$ 1,7 mil a R$ 8.393,08. Segundo o edital do concurso, as provas objetivas serão realizadas no dia 1º de dezembro de 2019. As provas práticas, para os cargos que é exigido, acontecem entre os dias 8 e 16 de fevereiro de 2020. O resultado final será divulgado no dia 31 de março de 2020. Leia Mais

Softbank avalia 40 empresas para investir no Brasil

Desde que anunciou a criação de um fundo de investimento de US$ 5 bilhões, o grupo japonês tem liderado uma série de investimentos multimilionários na América Latina. O grupo japonês SoftBank Group está avaliando dezenas de empresas com elevado potencial de crescimento para investir no Brasil e deve anunciar um grande porte nas próximas duas semanas, disse nesta sexta-feira (20) o principal executivo da companhia no país, André Maciel. "Temos umas 40 empresas (para investir) no Brasil", disse Maciel durante evento do Cubo, centro de empreendedorismo tecnológico do Itaú Unibanco. Maciel, ex-diretor gerente do JPMorgan no Brasil, disse ainda que o SoftBank deve anunciar investimentos no país nas próximas semanas, sendo um deles de grande porte, mas não deu detalhes. Desde que anunciou em março a criação de um fundo de investimento de US$ 5 bilhões focado em projetos de tecnologia na América Latina, o SoftBank tem liderado uma série de investimentos multimilionários na região. Esse movimento incluiu liderar um aporte de US$ 1 bilhão no aplicativo de entregas Rappi, um de US$ 150 milhões em outro aplicativo do setor, a Loggi, um de US$ 250 milhões na plataforma de aluguel de imóveis QuintoAndar, além de comprar uma fatia de cerca de 15% no Banco Inter. Segundo Maciel, "o Brasil ainda tem espaço para criar muitos unicórnios", jargão de mercado para nomear startups com avaliação de mercado acima de US$ 1 bilhão. O executivo disse que o SoftBank vê oportunidades no país nas áreas de saúde, logística, transporte e agronegócio, entre outros. Leia Mais

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