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Caixa anuncia redução da taxa do crédito imobiliário com juro atrelado à poupança


Taxa cobrada a partir de sábado (18) será de 2,95% ao ano, somada à remuneração da poupança. Itaú realizou movimento nesta quarta-feira (15). Pedro Guimarães em coletiva nesta quinta-feira reprodução A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quinta-feira (16) a redução de 0,4 ponto percentual na taxa de juros da linha de crédito imobiliário atrelada à poupança. De acordo com o banco, a partir de sábado (18), será possível contratar financiamento pela modalidade com juros a partir de 2,95% ao ano, somadas à remuneração da caderneta. De acordo com Pedro Guimarães, a redução foi possível por que a Caixa registrou aumento de lucro que a Caixa registrou R$ 300 bilhões contratados na atual gestão e segue como o maior financiador da casa própria no país, com 67,1% de participação do mercado. Vale destacar que a Caixa não foi a pioneira na redução na linha de crédito com juros da poupança. O Itaú anunciou que a modalidade foi de 3,95% ao ano para 3,45% na última quarta-feira (15). Governo revê para cima projeção de inflação, e salário mínimo em 2022 pode subir para R$ 1.192 Governo mantém em 5,3% estimativa de crescimento do PIB em 2021 e vê inflação mais alta Governo anuncia mudanças no programa habitacional Casa Verde e Amarela Crédito imobiliário recua em julho ante junho, mas acumula salto de 113,8% no ano A decisão ocorre no momento em que o Banco Central tenta frear o alta da inflação com o aumento da Selic. Na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da próxima quarta-feira (22), o BC de elevar a Selic para 6,25% ao ano. Atualmente, ela está em 5,25%. A alta na Selic, no entanto, também deve encarecer a linha de crédito reduzida pela Caixa neste terça: isso acontece porque o rendimento da poupança também é atrelado à taxa básica de juros. Nesta segunda-feira (13), o boletim Focus indicou que o mercado financeiro continua aumentando suas previsões para a inflação neste ano, para 8%, e 2022, para 4,03%. O Banco Central iniciou em março um ciclo de aperto nos juros básicos, elevando a Selic da mínima histórica de 2% para o patamar atual de 5,25% ao ano. Na próxima semana o Comitê de Política Monetária se reúne novamente, sendo que as sinalizações mais recentes do BC apontavam para novo aumento de 1 ponto percentual nos juros, tal qual promovido em agosto. Sobre o programa para os profissionais de segurança pública, o Habite Seguro, Guimarães pontuou que a Caixa irá direcionar 5 bilhões de reais para esses empréstimos nos próximos quatro meses, mas que poderá elevar esse montante para de R$ 10 a 15 bilhões se houver demanda. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência da República, o Habite Seguro "permitirá a contratação de cotas de crédito imobiliário com condições e regras específicas destinadas ao público-alvo, além de prever outros benefícios correlatos que lhes possibilitam o acesso a imóveis com melhores condições de habitabilidade". O programa será destinado a policiais, bombeiros, agentes penitenciários, peritos e guardas municipais. O presidente Jair Bolsonaro tem entre os profissionais de segurança pública uma das suas mais importantes bases de apoio político. Leia Mais

Horário de verão: governo pede novo estudo sobre medida ao Operador do Sistema Elétrico

Ministério de Minas e Energia não informou quando solicitação foi feita e nem se há prazo para conclusão. Horário de verão foi extinto pelo próprio governo Bolsonaro em 2019. Governo pede novos estudos sobre horário de verão O Ministério de Minas e Energia pediu ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) um novo estudo sobre o horário de verão diante da "atual conjuntura de escassez hídrica". O mecanismo de adiantar uma hora nos relógios para aproveitar os dias mais longos foi extinto pelo próprio governo Bolsonaro em 2019. O governo não informou quando a pesquisa foi solicitada, e nem se há prazo definido para a entrega das conclusões. "Recentemente, o MME solicitou ao Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) que reexaminasse a questão [do horário de verão] à luz da atual conjuntura de escassez hídrica, considerando os estudos já realizados", informou o ministério em nota enviada ao jornal "Folha de S. Paulo" e confirmada pelo G1. Na nota, o ministério reafirma a sua posição de que a contribuição do horário de verão é "limitada", não tendo identificado, até o momento, que o retorno do programa traria benefícios para redução do consumo de energia no período de pico de demanda. "Neste sentido, a contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno. Assim, no momento, o MME não identificou que a aplicação do horário de verão traga benefícios para redução da demanda", diz o ministério. O Operador Nacional do Sistema Elétrico afirmou ao G1 que, por se tratar de um programa do governo federal, apenas o Ministério de Minas e Energia pode comentar esse assunto. LEIA TAMBÉM Crise hídrica: os motivos por trás dos apelos pela volta do horário de verão Horário de verão: associações empresariais pedem retorno da medida Inflação geral: por que está tudo tão caro no Brasil? Conta de luz: confira 10 dicas para economizar energia elétrica Estudo aponta economia O Instituto Clima e Sociedade (iCS) divulgou um estudo neste mês mostrando que a economia de energia com o horário de verão seria de "2% a 3% no consumo dos meses de verão". Se tivesse sido adotado no verão passado, o horário de verão teria economizado 2.500 a 3.800 gigawatt-hora nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, segundo estimativa do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) divulgada pelo Instituto Clima e Sociedade. Associações empresariais já enviaram carta ao governo pedindo o retorno do horário de verão, pois afirmam que o programa traz benefícios aos negócios. O decreto que revogou o horário de verão foi assinado pelo presidente Jair Bolsonaro em abril de 2019. Na época, o governo disse que a mudança de horário não trazia economia significante de energia e mexia com o relógio biológico das pessoas. Crise energética: especialistas avaliam que governo demorou para tomar medidas Horário de verão No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então Presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase seis meses, vigorando de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi novamente adotada, mas, depois, começou a ser em períodos não consecutivos. Primeiro, entre 1949 e 1953, depois, de 1963 a 1968, voltando em 1985 até 2019. O período de vigência do horário de verão era variável, mas, em média, dura 120 dias. Em 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente. No mundo, o horário diferenciado é adotado em 70 países - atingindo cerca de um quarto da população mundial. O horário de verão é adotado em países como Canadá, Austrália, Groelândia, México, Nova Zelândia, Chile, Paraguai e Uruguai. Rússia, China e Japão, por exemplo, não implementam esta medida. Leia Mais

Táxis tailandeses viram hortas após queda na demanda durante pandemia


Plantações ajudam motoristas a alimentar famílias, mas não geram renda. Sem clientes, taxistas não conseguiram arcar com os custos dos carros. Taxistas da Tailândia montam hortas no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Taxistas tailandeses decidiram transformar seus carros em pequenas hortas após a baixa oferta por clientes durante o isolamento social devido a pandemia do coronavírus. As plantações foram feitas esta semana por trabalhadores de duas cooperativas de táxi. Os jardins foram montados usando sacos de lixo estendidos sobre armações de bambu. No topo, os motoristas adicionaram terra e plantaram variedade de cultivos, como o tomate, pepino e vagem. Horta em casa: como começar? O resultado parece mais uma instalação de arte atraente do que um estacionamento, e isso é um dos objetivos: chamar a atenção para a situação dos motoristas de táxi e operadores que foram gravemente atingidos por medidas de bloqueio por cauda do coronavírus. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn Taxi agora têm apenas 500 carros restantes nas ruas de Bangkok, com 2.500 parados em uma série de locais da cidade, de acordo com o executivo de 54 anos Thapakorn Assawalertkul. Taxistas tailandeses plantam tomate, pepino e outros cultivos no teto dos carros AP Photo/Sakchai Lalit Como fazer compostagem em casa: veja dicas para começar Sem renda Com as ruas de Bangkok, capital da Tailândia, sem movimentação até recentemente, havia muita competição por poucos passageiros, resultando em uma queda na renda dos motoristas. Muitos agora não podem fazer os pagamentos diários dos veículos, mesmo depois que a cobrança foi reduzida para 300 baht ($ 9,09), disse Thapakorn. Então eles foram embora, deixando os carros em longas filas. Alguns motoristas entregaram seus carros e voltaram para suas casas nas áreas rurais quando a pandemia teve seu auge pela primeira vez em 2020 porque estavam com muito medo, relatou. Depois, com a segunda onda, desistiram do trabalho e devolveram seus carros. ?Alguns deixaram seus carros em lugares como postos de gasolina e nos chamaram para pega-los?, lembrou Thapakorn. De mil plantas no apartamento a 'floresta' na comunidade: como é a vida dos donos de 'urban jungle' Plantações ajudam taxistas a alimentar suas famílias AP Photo/Sakchai Lalit Com novos surtos do vírus este ano, as cooperativas perderam ainda mais trabalhadores, pois milhares de carros foram entregues por seus motoristas, diz. As novas infecções na Tailândia atingiram pouco menos de 15.000 nos últimos dias, após ter um pico acima de 23.400 em meados de agosto. O governo espera que o país esteja se recuperando dessa onda, que tem sido a mais letal até agora, sendo responsável por 97% do total de casos do país e mais de 99% de suas mortes. No total, a Tailândia confirmou 1,4 milhão de casos e mais de 14.000 mortes. Protestos na Tailândia pedem renúncia do governo; manifestantes criticam condução do país durante a pandemia A situação deixou as empresas de táxi em perigo financeiro, lutando para pagar os empréstimos na compra de suas frotas. As cooperativas Ratchapruk e Bovorn devem cerca de 2 bilhões de baht (US$ 60,8 milhões), disse Thapakorn. O governo até agora não ofereceu nenhum apoio financeiro direto. ?Se não tivermos ajuda em breve, teremos problemas reais?, disse ele à Associated Press na quinta-feira (16) Jardins são feitos com lona preta e terra. AP Photo/Sakchai Lalit Os jardins dos táxis não oferecem um fluxo de receita alternativa. Os funcionários das cooperativas, que deveriam aceitar cortes de salários, agora se revezam no cuidado das hortas recém-construídas. ?A horta é tanto um ato de protesto quanto uma forma de alimentar minha equipe durante este período difícil?, disse Thapakorn. ?A Tailândia passou por turbulências políticas por muitos anos e uma grande enchente em 2011, mas os negócios nunca foram tão terríveis.? Vídeos: tudo sobre agronegócios Leia Mais

Como evitar um reajuste de aluguel abusivo? Ouça dicas


Especialistas consultados pelo G1 sugerem que se busque um acordo extrajudicial, substituindo temporariamente a correção do contrato pelo Índice Geral de Preços ? Mercado (IGP-M). Na Credlar é possível adquirir uma casa própria com parcelas no valor de uma aluguel. Pixabay Mesmo com uma sutil desaceleração em agosto, o Índice Geral de Preços ? Mercado (IGP-M) segue acima dos 30% na janela de 12 meses. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), que faz a medição do indicador, o mês de agosto acumulou alta de 31,12% nesse intervalo. O indexador é conhecido como "inflação do aluguel" porque está presente na maior parte dos contratos de locação que se firmam no país. Mas o real desvalorizado criou uma distorção grande no IGP-M, que que é composto também por preços do atacado, como milho, soja e outras commodities. Já os salários de quem paga aluguel sofrem correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ? apesar de estar em alta ? colhe valorização mais modesta, de 9,68%. Para evitar um reajuste impossível de pagar, epecialistas ouvidos pelo podcast Educação Financeira sugerem que os inquilinos tentem primeiro uma negociação extrajudicial com o proprietário do imóvel. OUÇA O EPISÓDIO ABAIXO O professor de finanças da FGV Henrique Castro afirma que uma excelente tática de negociação é chegar para a conversa com uma proposta já definida e bem argumentada. Do ponto de vista financeiro, ele afirma que as despesas com moradia não devem passar de 30% do faturamento mensal. "Temos uma série de despesas fixas que são difíceis de cortar e o aluguel é uma delas. Não dá para pagar menos aluguel de uma hora para outra, o que pode causar inconvenientes como mudança de bairro e de escola das crianças em um momento de aperto", disse Castro ao Educação Financeira. Abaixo, alguns critérios que precisam ser observados. Dicas para negociar o aluguel Compare o valor do seu aluguel com o de imóveis vizinhos. Reúna documentos que comprovem seu ajuste de renda no período. Reforce que você é um bom pagador e cuida do imóvel. Se tiver condições, verifique se é possível gerar descontos para pagamento adiantado. Apresente outros indexadores para reajuste do aluguel ao proprietário, como o IPCA. Sugira um valor de aluguel justo que não comprometa demais a sua renda. Mostre como pretende pagar o aluguel proposto em dia por, pelo menos, um ano. Castro lembra também que é importante o inquilino estar disposto a ouvir os argumentos do proprietário para que não haja conflito. "A renda dessas pessoas está associada ao aluguel que recebem. Os dois lados estão interessados que a negociação chegue a bons termos", diz ele ao podcast. IGP-M: ?inflação do aluguel? só cresce desde 2020 Alternativas judiciais O professor William Santos Ferreira, do direito da PUC-SP, afirma que inquilinos têm duas principais alternativas para judicializar um possível aumento abusivo de valor do aluguel. A primeira delas é a revisional de aluguel. Com base no artigo 19 da lei 8.245/91, "não havendo acordo, o locador ou locatário, após três anos de vigência do contrato ou do acordo anteriormente realizado, poderão pedir revisão judicial do aluguel, a fim de ajustá-lo ao preço de mercado". Aqui, contudo, vale atenção especial à menção ao "preço de mercado". Uma contestação só teria sucesso se o valor de mercado daquele imóvel ultrapassar a média da vizinhança. "Mesmo se o aumento for considerável, o inquilino terá poucas chances no Judiciário se o valor do aluguel desse imóvel estiver muito defasado, muito abaixo dos semelhantes", diz Santos Ferreira. Caso o contrato não tenha chegado aos três anos ? isto é, passível de ser revisto ? o inquilino pode pedir ao juiz que se reveja as cláusulas de reajuste por conta de "distorção emergencial". "Considerando a questão da pandemia, por exemplo, que houve uma fuga de proximidade entre os itens [IGP-M do IPCA], você pode propor uma discussão se há condições de uma renegociação por desproporção", diz o advogado. A questão é que, também nessas circunstâncias, vale a máxima do valor de mercado dos imóveis. Sem um salto acima da média, um ganho de causa é mais improvável. Leia Mais

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