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Novos aluguéis subiram abaixo da inflação em 2018, aponta Fipe

Alta média em 15 cidades acompanhadas pela entidade ficou em 2,33% no ano passado. Os novos aluguéis subiram abaixo da inflação no ano passado, segundo levantamento divulgado pela Fipe. Em 2018, o Índice FipeZap de Locação Residencial acumulou alta de 2,33% ? abaixo da inflação do período, de 3,75%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, calculado pelo IBGE. Com esse resultado, os novos aluguéis tiveram queda real de 1,37%. Entre as 15 cidades monitoradas pela Fipe, a maior alta de preços foi registrada em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, de 8,85%. Em seguida, as maiores variações foram observadas em Recife (+6,69%) e Curitiba (+5,68%). Três cidades tiveram queda no preço nominal dos novos aluguéis: Rio de Janeiro (-3,44%), Fortaleza (-2,72%) e Niterói (-1,92%). Em dezembro, o maior preço médio de locação foi registrado em São Paulo, de R$ 37,04 por metro quadrado, seguido pelo Rio de Janeiro (R$ 30,10/m2) e Distrito Federal (R$ 29,83/m2). Já entre as cidades com menor valor de aluguel residencial, entre as monitoradas pelo Índice FipeZap, estão Fortaleza (R$ 15,96/m2), Goiânia (R$ 16,06/m2) e Curitiba (R$ 18,16/m2). Leia Mais

Petrobras produz 2,03 milhões de barris de petróleo por dia no Brasil em 2018; meta era de 2,1 milhões


O desempenho foi pressionado por atrasos para a entrega de plataformas e por vendas de ativos. A Petrobras registrou uma produção média própria de petróleo no Brasil em 2018 de 2,03 milhões de barris por dia (bpd), informou a petroleira em comunicado nesta terça-feira (15), em resultado pouco abaixo da meta da companhia para o ano, de 2,1 milhões de bpd. A produção total de petróleo, gás e líquidos de gás natural (GNL) foi de 2,63 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), sendo 101 mil boed produzidos no exterior, em números também inferiores à meta, de 2,7 milhões de boed. A petroleira destacou a entrada de quatro novos sistemas de produção em operação no ano e o desenvolvimento da produção do pré-sal. Por outro lado, o desempenho foi pressionado por atrasos para a entrega de plataformas e por vendas de ativos, que dificultaram o atingimento das marcas desejadas pela estatal. Já a média anual da produção total operada pela companhia estatal, incluindo parcela própria e de terceiros, foi de 3,29 milhões boed em 2018, sendo 3,16 milhões boed no Brasil. "A produção de óleo e gás natural de 2018 está em linha com a meta estabelecida para este ano no Plano de Negócios e Gestão da companhia, no qual projeta-se 2,8 milhões de boed em 2019", acrescentou a petroleira. Petrobras - Trabalhador na plataforma da Petrobras P-66 na bacia de Santos, no Rio de Janeiro, em 5 de setembro de 2018. Reuters/Pilar Olivares Leia Mais

Bolsonaro deve dar 'sinal verde' sobre reforma da Previdência após voltar de Davos, diz Onyx


Chefe da Casa Civil deu declaração após se reunir com ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro participará do Fórum Econômico Mundial na semana que vem, na Suíça. Onyx Lorenzoni, ministro da Casa Civil Dida Sampaio/Estadão Conteúdo O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta terça-feira (15) que o presidente Jair Bolsonaro deve dar o "sinal verde" sobre a proposta de reforma da Previdência Social após a viagem a Davos, onde participará do Fórum Econômico Mundial. Onyx deu a declaração em uma entrevista coletiva, após se reunir em Brasília com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Bolsonaro participará na semana que vem, entre os dias 22 e 25, do fórum na Suíça e, segundo Paulo Guedes, deve enviar a proposta ao Congresso quando os novos parlamentares tomarem posse, em fevereiro. "[Integrantes do governo] estão, agora, dando os toques finais nesse processo para que, até domingo [20], possa apresentar ao presidente, para que o presidente use esse período da viagem a Davos para ler, se aprofundar", afirmou Onyx nesta terça-feira. "O ministro Paulo Guedes vai acompanhá-lo em Davos, de tal forma que vão poder discutir [a proposta], para que, na volta, antes da cirurgia, o presidente possa dar o sinal verde para que as equipes concluam o processo da reforma e a gente possa apresentar ao Congresso", acrescentou. Onyx Lorenzoni disse que todas a áreas do governo estão de acordo com a proposta em discussão internamente. Ele não quis, contudo, adiantar trechos do projeto. Na semana passada, Paulo Guedes já havia dito que o governo estudar propor regime de capitalização ao apresentar a proposta de reforma da Previdência. A capitalização é uma espécie de poupança que o próprio trabalhador faz para assegurar a aposentadoria no futuro. O regime atual é o de repartição, pelo qual o trabalhador ativo paga os benefícios de quem está aposentado. ?As equipes estão alinhando aquilo que o ministro Paulo Guedes sempre defendeu que é fazer o remendo no atual sistema, a recuperação do atual sistema, e poder oferecer para as novas gerações um novo caminho?, disse Onyx. Leia Mais

Lançamentos da MRV sobem 33,5% no 4º trimestre


Apesar da alta nos lançamento, vendas ficaram praticamente estáveis no período. A MRV elevou em 33,5% os lançamentos de imóveis no quarto trimestre ante igual período de 2017, para R$ 2,23 bilhões, enquanto as vendas contratadas ficaram praticamente estáveis em R$ 1,73 bilhão, informou a maior construtora da América Latina nesta terça-feira. "A maior parte dos lançamentos aconteceu em dezembro, então faltou tempo para vendermos quantidade boa desses lançamentos", explicou o copresidente da MRV, Rafael Menin, referindo-se ao descompasso entre os valores lançado e vendido. Feirão do Imóvel da MRV Engenharia Divulgação/MRV Engenharia Além disso, instabilidades no sistema da Caixa Econômica Federal, que em novembro suspendeu a contratação de novas unidades habitacionais na faixa 1.5 do Minha Casa Minha Vida (MCMV) por falta de recursos, afetaram o repasse de imóveis, contou o executivo. Como resultado, a MRV deixou de computar R$ 279 milhões em vendas. Menin também citou ajustes nas regras de subsídios da faixa 1.5, que comprometeram algumas negociações. "Voltamos atrás e preferimos refazer com base na nova regra da Caixa, então a venda da faixa 1.5 foi muito menor desde 15 dezembro", disse. Anteriormente, a condição para uma família obter o subsídio máximo de R$ 47,5 mil era uma renda mensal bruta de até R$ 1,6 mil, limite que agora foi reduzido para R$ 1,2 mil. Em 2018, a MRV lançou R$ 6,42 bilhões em imóveis, superando em 14,2% o desempenho de 2017. Já as vendas contratadas subiram 2,7%, a R$ 6,2 bilhões. Para 2019, Menin afirmou que a companhia deve crescer em vendas e lançamentos, dados os sinais de retomada da economia, bem como a entrada da Letra Imobiliária Garantida (LIG) como uma fonte adicional de financiamento para o setor. No primeiro trimestre, a MRV deve lançar mais que no mesmo período de 2018, disse o executivo, destacando a expectativa de normalização nas operações da Caixa. "O governo está fechando orçamento e deve bater martelo sobre os subsídios (à habitação) em breve... Não é ponto de preocupação", afirmou. A ação da MRV fechou esta terça-feira em queda de 0,6%, mas ainda acumula alta de mais de 10% neste ano. Em 2018, a desvalorização do papel foi de 2,3%. Leia Mais

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