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Dólar opera perto da estabilidade com expectativa de alta maior da Selic


Na sexta-feira (22), a moeda dos EUA fechou em queda de 0,65%, a R$ 5,6282. Notas de dólar Reuters O dólar opera em alta nesta segunda-feira (25), em meio a expectativas de alta ainda maior na taxa básica de juros nesta semana após as manobras do governo federal para driblar o teto de gastos elevar os temores de descontrole fiscal no país. Às 9h30, a moeda-norte americana recuava 0,03%, cotada a R$ 5,6266. Veja mais cotações. Na sexta-feira, o dólar fechou em queda de 0,65%, cotado a R$ 5,6282, mas acumulou avanço de 3,22% na semana. No mês, a moeda norte-americana tem alta de 3,35%. No ano, o avanço é de 8,50%. Real é quarta moeda que mais perdeu valor em outubro Após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos, mercado prevê alta maior dos juros Risco fiscal se materializou e BC deve aumentar ainda mais a taxa de juros, diz economista Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Mercado passa a prever alta maior dos juros A semana começa com mais instituições financeiras prevendo aceleração no ritmo de aumento dos juros, à medida que investidores veem desancoragem das perspectivas inflacionárias em meio à desvalorização cambial e ao cenário geral de incerteza. Na semana passada, o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter proposto na semana passada furar o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior) para viabilizar o novo programa social do governo, o Auxílio Brasil. Na visão do mercado, as manobras para furar do teto dos gastos colocam ainda mais pressão no dólar e no Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decide nesta quarta-feira (27) a nova taxa básica de juros (Selic), atualmente em 6,25% ao ano. Segundo pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda, a taxa básica da economia deve subir dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano - uma alta de 1,25 ponto percentual. Até então, o mercado acreditava em um crescimento menor, de 1 ponto percentual nesta semana. Mas casas como a XP, por exemplo, enxergam um aperto monetário ainda maior, de 1,50 ponto percentual. Ao fim do ciclo, a casa estima que a Selic estará em 11% ao ano, ante taxa de 6,25% atualmente. "O BC vem dizendo que havia uma simetria pra cima nos balanços de inflação. Ele dizia que a projeção que fazia tinha uma simetria pra cima por conta do risco fiscal e que se as despesas fossem aumentadas, aumentando a pressão de demanda, as projeções de inflação seriam mais altas. Na semana passada, a sinalização foi que a política fiscal vai ser expansionista, e se ela é assim a política monetária tem que ser contracionista. Como o risco fiscal se materializou", avaliou o economista-chefe da XP, Caio Megale, em entrevista à GloboNews (veja vídeo mais acima). O mercado financeiro também elevou de 8,25% para 8,75% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. E, para o fim de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano, segundo a pesquisa Focus. ?Brincadeira de furar o teto afugenta investidor e quem vai sofrer com isso é o mais pobre?, diz Helio Beltrão Piora das expectativas para inflação e PIB A explosão da dívida pública e o risco de um descontrole da situação fiscal é apontado por analistas e investidores como um dos principais fatores de incerteza doméstica, podendo inclusive inviabilizar uma retomada sustentada da economia brasileira. O mercado passou a projetar uma inflação de 8,96% em 2021. Para 2022, a estimativa para o IPCA subiu de 4,17% para 4,18%. Já a estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB), caiu de 5,01% para 4,97% em 2021. Para 2022, o mercado baixou a previsão de alta de crescimento da economia de 1,50% para 1,40%. Para o dólar, projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 subiu de R$ 5,25 para R$ 5,45. Para o fim de 2022, avançou de R$ 5,25 para R$ 5,45 por dólar. Já a XP revisou sua projeção de taxa de câmbio para R$ 5,7 por dólar em 2021 e 2022. 5 motivos que devem piorar o PIB de 2022; 'furo' no teto de gastos e cenário externo emperram crescimento Por que o dólar sobe? Assista no vídeo abaixo: Entenda a alta do dólar Leia Mais

Após Guedes admitir flexibilizar teto de gastos, mercado prevê maior alta dos juros em 2021 e 2022

Aceleração na alta da Selic deve começar nesta semana, quando o Copom decide novo valor da taxa. Além de juro mais alto, mercado também vê inflação em quase 9% neste ano e alta do PIB abaixo de 5%. O mercado financeiro passou a prever um aumento maior na taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, em 2021 e 2022. A Selic é definida pelo Banco Central para tentar conter a inflação. As previsões do mercado constam no relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (25) pelo Banco Central (BC). Os dados foram levantados na semana passada, em pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. A alta maior nos juros estimada pelos economistas dos bancos acontece após o ministro da Economia, Paulo Guedes, ter proposto na semana passada flexibilizar o teto de gastos (mecanismo que limite o aumento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior). Guedes tem dito que as mudanças no teto de gastos tem por objetivo ampliar a proteção social, por meio do Auxílio Brasil, mas analistas têm apontado que seria possível incrementar o programa sem estourar o limite para despesas. E apontam que as emendas parlamentares seriam um dos destinos dos recursos extras. Nesta semana, o Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne para debater a Selic. De acordo com o mercado financeiro, a taxa básica da economia deve subir dos atuais 6,25% para 7,5% ao ano - uma alta de 1,25 ponto percentual. Até então, o mercado acreditava em um crescimento menor, de 1 ponto percentual nesta semana. O mercado financeiro também elevou de 8,25% para 8,75% ao ano a previsão para a Selic no fim de 2021. E, para o fim de 2022, os economistas do mercado financeiro subiram a expectativa para a taxa Selic de 8,75% para 9,5% ao ano, o que pressupõe alta do juro básico da economia também no próximo ano. Em março, na primeira elevação em quase seis anos, a taxa básica da economia foi aumentada pelo BC para 2,75% ao ano. Em maio, o Copom elevou o juro para 3,5% ao ano e, em junho, a taxa avançou ara 4,25% ao ano. Em agosto, a taxa subiu para 5,25% ao ano e, na semana passada, foi elevada para 6,25% ao ano. Guedes reafirma flexibilização do teto de gastos e cobra do Senado aprovação de reformas Inflação e PIB Além de uma alta maior na taxa de juros, o mercado financeiro também elevou a estimativa para a inflação oficial do país para quase 9% neste ano, ao mesmo tempo em que baixou a previsão de alta do PIB para 4,97%. Para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a expectativa do mercado para este ano subiu de 8,69% para 8,96%. Foi a vigésima nona semana de aumento. O centro da meta de inflação, em 2020, é de 3,75%. Pelo sistema vigente no país, será considerada cumprida se ficar entre 2,25% e 5,25%. Com isso, a projeção do mercado já está acima do dobro da meta central de inflação (7,5%). A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia. Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o IPCA ficou em 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016. Para 2022, o mercado financeiro subiu de 4,18% para 4,40% a estimativa de inflação. Foi a décima quarta alta seguida. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%. Os economistas do mercado financeiro reduziram a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 5,01% para 4,97% em 2021. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Para 2022, o mercado baixou a previsão de alta do PIB de 1,50% para 1,40%. Outras estimativas Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2021 subiu de R$ 5,25 para R$ 5,45. Para o fim de 2022, avançou de R$ 5,25 para R$ 5,45 por dólar. Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2021 subiu de US$ 70,25 bilhões para US$ 70,5 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado recuou de US$ 63,65 bilhões para US$ 63 bilhões de superávit. Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano permaneceu em US$ 50 bilhões. Para 2022, a estimativa caiu de US$ 60,25 bilhões para US$ 60 bilhões. VÍDEOS: veja mais notícias de economia Leia Mais

Após 2 meses de queda, confiança do consumidor sobe em outubro, mas cenário ainda é de cautela, diz FGV


Em médias móveis trimestrais, porém, índice se manteve negativo ao cair 2 pontos, para 77,8 pontos. Para consumidores com renda de até R$ 2.100, confiança segue em queda. O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE subiu 1 ponto em outubro, para 76,3 pontos após dois meses de queda. Em médias móveis trimestrais, o índice se manteve negativo ao cair 2,0 pontos, para 77,8 pontos. Apesar da alta, o nível se confiança segue abaixo do patamar de agosto. Veja gráfico abaixo: Confiança do consumidor Economia G1 "A melhora foi influenciada por uma revisão das expectativas sobre as finanças familiares, que haviam despencado no mês passado. Essa reavaliação parece relacionada à uma recuperação das expectativas sobre o mercado de trabalho nos próximos meses. Contudo, consumidores se mantém cautelosos em relação a intenção de compra de bens duráveis", afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens. "O aumento da incerteza, o aumento dos preços e a demanda represada por serviços na pandemia podem estar contribuindo para frear o consumo desses produtos", acrescentou. Segundo o levantamento, o Índice de Situação Atual (ISA) variou 0,2 ponto, para 69,0 pontos em outubro, enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiu 1,3 ponto, para 82,4 pontos. A FGV avaliou que ambos se mantêm em patamar muito baixo em termos históricos. Do lado das expectativas, o indicador que mais influenciou foi o que mede as perspectivas sobre a situação financeira familiar, que avançou 3,8 pontos, para 83,5 pontos. Ainda assim, essa recuperação representa apenas 30% das perdas de sofridas em setembro. Pessimismo entre consumidores de menor renda A análise por faixa de renda revela piora da confiança apenas para os consumidores com renda de até R$ 2.100,00 acumulando queda de -1,4, para 63,7 pontos. A faixa de renda entre R$ 2.100,01 e R$4.800,00 registrou o melhor desempenho com alta de 5,3 pontos para 73 pontos. Na faixa entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600,00, a confiança ficou estável em 81,8 pontos. Já para os que ganham mais de R$ 9.600,00, o índice subiu de 85 para 85,7 pontos. G1 explica como funciona a inflação g1 Leia Mais

Emprego: confira as 441 vagas disponíveis através da Agência do Trabalho em 22 municípios de Pernambuco nesta segunda-feira


Vendedor pracista, assistente administrativo e gerente operacional estão entre oportunidades ofertadas. Interessados devem agendar atendimento pela internet. Oportunidades desta segunda-feira (25) foram ofertadas em 22 municípios do estado Divulgação/Prefeitura de Aparecida de Goiânia/Rodrigo Estrela Profissionais em busca de emprego têm 441 vagas disponíveis através das 29 unidades da Agência do Trabalho, da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). As oportunidades desta segunda-feira (25) foram disponibilizadas em 22 municípios. Confira todos os concursos abertos Seleção em Sirinhaém reúne 353 vagas Recife faz seleção para contratar 500 professores Do total, 57 vagas são temporárias e outras 18 foram reservadas para pessoas com deficiência. Recepcionista atendente, auxiliar administrativo, serralheiro, gerente de vendas, atendente de lanchonete, operador de caixa e topógrafo estão entre os postos de trabalho ofertados nos municípios (confira lista completa mais abaixo). As vagas foram disponibilizadas no Recife (175) e em Araripina (5), Arcoverde (6), Belo Jardim (1), Bezerros (5), Cabo de Santo Agostinho (69), Camaragibe (4), Caruaru (25), Garanhuns (3), Goiana (7), Igarassu (6), Ipojuca (44), Nazaré da Mata (8), Paudalho (9), Paulista (10), Pesqueira (4), Petrolina (8), Salgueiro (10), Santa Cruz do Capibaribe (18), São Lourenço da Mata (1), Serra Talhada (13) e Vitória de Santo Antão (10). Os interessados devem realizar agendamento para as unidades da Agência do Trabalho através do site da Seteq-PE. Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Vagas temporárias Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo): Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital VÍDEOS: Mais assistidos de PE nos últimos 7 dias Leia Mais

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