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O que as imagens de mais sucesso no Instagram revelam sobre quem as publica


Sistema testado pela BBC aponta que as pessoas reagem bem às fotos com emoções positivas, como alegria ou felicidade; café da manhã é um dos temas de maior sucesso na rede social. O programa da BBC Tomorrow's World criou um robô conversacional (chatbot) capaz de analisar imagens e avaliar sua potencial influência no Instagram Getty Images Por que algumas publicações no Instagram têm muito mais impacto do que outras? Podemos aplicar uma fórmula que nos permita prever como reagiremos a diferentes imagens? Usando inteligência artificial, o programa da BBC Tomorrow's World criou um robô conversacional (chatbot) capaz de analisar imagens e avaliar sua potencial influência na rede social. A equipe descobriu que algumas características das fotografias têm um impacto direto sobre o quão influentes elas podem ser. A paleta de cores que elas usam, as emoções dos sujeitos que aparecem e os lugares onde foram tiradas podem fazer a diferença. Mas é possível determinar a partir disso a popularidade de uma imagem no Instagram? A resposta está no aprendizado automático. O chatbot da BBC funciona através da plataforma de mensagens Messenger, do Facebook, e tem sido alimentado com imagens publicadas no Instagram. O sistema "aprendeu" quais são os elementos que fazem uma imagem ter mais influência, depois de avaliar as interações recebidas, como o número de "curtidas" ou comentários. Depois de analisar essas imagens, o sistema é capaz de prever com um certo nível de segurança o quão influente será uma fotografia antes de ser publicada na rede social. A BBC Mundo fez o teste. Nós enviamos uma foto em primeiro plano de um homem de meia-idade. Ao analisar o resultado, o robô nos deu uma pista sobre o seu funcionamento: "As fotos com cores azuis evocam sentimentos de serenidade e tranquilidade. Já foi comprovado mais de uma vez que é a nossa cor favorita", garante. Logo depois, recebemos um vídeo com a "anatomia" da fotografia enviada. O chatbot analisou quatro aspectos: As cores: neste caso, predominam três ? rosa, marrom e preto ?, que somam 11 pontos de influência. Os elementos: o rosto da pessoa, mais 11 pontos. As emoções: a pessoa parece estar sorrindo e o robô detecta alegria, o que acrescenta mais 25 pontos. Locais de interesse: não aparece nenhum na imagem em questão, então nenhum ponto é adicionado. Em seguida, o sistema nos dá outra pista: as pessoas reagem bem às emoções positivas, como alegria ou felicidade, de modo que as imagens que evocam esses sentimentos terão mais sucesso. Por outro lado, acrescenta, as fotos tiradas em lugares famosos, como a Torre Eiffel, acrescentam pontos de popularidade, pois são facilmente reconhecíveis por muitos. Embora o tema por excelência na rede social - além das viagens - seja o café da manhã, observa o chatbot. Então, se você postar uma foto do seu café da manhã em Paris, se possível em frente ao Louvre ou outro monumento conhecido, é mais provável que você receba mais curtidas. Ao mesmo tempo, alguns psicólogos definiram até seis perfis de usuários da rede social, baseados em traços de personalidade. São os seguintes: O pesado (histriônico): muitas publicações, a maioria sem conteúdo relevante, na academia ou mostrando o que come. Grande instabilidade emocional. O egocêntrico: busca de atenção constante e publica muitas selfies. Perfil narcisista. O grupal ou "nunca sozinho": sempre aparece com os amigos. Geralmente é inseguro, com grande receio de abandono. O "amante": geralmente publica fotos com seu parceiro o tempo todo, por mais íntima que seja. Expressivo e dependente. O ausente ou solitário: fotografias estranhas, introvertidas, de paisagens, nas quais ele nunca aparece. Denota sensibilidade e certo medo de rejeição. O "sigo de volta": seu único objetivo é ter seguidores para silenciar suas inseguranças. E você? Se reconhece em algum deles? Leia Mais

6º dia de protesto de caminhoneiros


Nesta sexta, Temer acionou as forças federais para desbloquear estradas. Medida é tomada após caminhoneiros terem mantido bloqueios, apesar de acordo fechado na quinta (24); acompanhe: 6º dia de protesto de caminhoneiros Nesta sexta, Temer acionou as forças federais para desbloquear estradas. Medida é tomada após caminhoneiros terem mantido bloqueios, apesar de acordo fechado na quinta (24); acompanhe: Governo começa a multar em R$ 100 mil quem não desbloquear vias. Governo tem 'convicção de locaute', diz ministro Marun. Desde sexta, 544 pontos foram desbloqueados nas estradas . PRF registra ainda 596 pontos de bloqueio. 16 aeroportos estão sem combustível Leia Mais

Três perguntas para entender a ?intervenção militar? de Temer contra os caminhoneiros


Operações de Garantia da Lei e Ordem (GLO) são comuns no país, mas esta é a primeira com abrangência nacional. Exército terá poder de polícia até o dia 4 de junho. Trecho da Via Dutra estava parado nesta sexta-feira, mesmo após acordo dos caminhoneiros com o governo Tânia Rego/Agência Brasil "Costuma-se dizer que onde tem Brasil, tem Forças Armadas". A fala é do general Joaquim Silva e Luna, atual ministro da Defesa, numa entrevista a jornalistas no fim da tarde desta sexta-feira, no Palácio do Planalto. Para Silva e Luna, a população brasileira já está acostumada com o uso das Forças Armadas nas operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), e o Exército está em condições de ajudar o governo a desbaratar a greve dos caminhoneiros por ter estruturas e efetivos espalhados por todo o país. Mas ao contrário do que sugere a fala do ministro, a medida anunciada por ele e pelos colegas Eliseu Padilha (Casa Civil), Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional), Raul Jungmann (Segurança Pública) e Carlos Marun (Secretaria Geral) é extraordinária: esta é a primeira vez que o governo decreta uma operação GLO em todo o território nacional (e não em Estados ou municípios definidos). O decreto ? publicado depois das 21h de ontem ? dá poder de polícia para as Forças Armadas em todo o país, até o dia 4 de junho. O uso da força também tem respaldo do Judiciário: no começo da noite, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes atendeu a um pedido da Advocacia-Geral da União e autorizou o governo a remover manifestantes que estejam bloqueando vias ou estejam protestando nos acostamentos das pistas. A decisão de Moraes ? publicada às 19h de ontem ? é inclusive mencionada no decreto de Temer. Moraes também autorizou o governo a multar em até R$ 10 mil reais os caminhoneiros que bloqueiem vias, e R$ 100 mil as entidades que organizem bloqueios. A BBC Brasil traz algumas respostas sobre o tema: O que acontece agora? O Ministério da Defesa deve designar um militar para atuar como comandante da operação - ele ficará encarregado de coordenar o trabalho de homens do Exército, da Marinha e da Aeronáutica que atuarão no caso. Em seguida, este comandante estabelecerá um Gabinete de Crise para acompanhar a evolução da situação ? neste caso, o gabinete terá representantes do Ministério da Defesa e da Segurança Pública. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional (FN) também atuarão em apoio ao Exército. Os procedimentos de uma operação GLO estão definidos em um manual do Ministério da Defesa, publicado em 2013. Quando a intervenção ocorre em um único Estado (a pedido de um governador, por exemplo), o militar designado para a operação também assume temporariamente o comando das forças de segurança locais e da Força Nacional. O próprio manual do Ministério da Defesa diz que o uso das Forças Armadas nas GLOs deve ser "episódico, em área previamente definida e ter a menor duração possível". Segundo o ministro Carlos Marun, o governo pretende ter a situação normalizada muito antes do fim do decreto ? a expectativa do Planalto é que os grevistas sejam totalmente desmobilizados ao longo deste sábado. O que os militares podem fazer? Com a GLO, os militares passam a ter as mesmas funções que os policiais ? o chamado "poder de polícia". De acordo com o texto do decreto (leia a íntegra), as Forças Armadas estão autorizadas a agir para desbloquear rodovias federais em todo o país. Poderão também atuar em estradas estaduais e municipais, desde que haja pedido do respectivo governador ou prefeito. Em nota, o Ministério da Defesa disse que as Forças Armadas só atuariam para garantir a "distribuição de combustíveis nos pontos críticos", fazer a "escolta de comboios", proteger "infraestruturas críticas" e desobstruir as vias próximas a refinarias de petróleo e centros de distribuição de combustíveis. "O emprego das Forças Armadas será realizado de forma rápida, enérgica e integrada", dizia o texto. Durante a entrevista, porém, os ministros afirmaram que a ação pode ir ainda mais longe: o governo pode "requisitar" temporariamente os caminhões que estejam parados nas pistas; e colocar integrantes das Forças Armadas ou da Polícia Rodoviária Federal (PRF) atrás do volante para levar os veículos até a garagem dos donos ou ao destino da carga. "A requisição de bens é um item do número de opções que o governo tem em qualquer circunstância. O que o governo está querendo dizer é que, se não conseguirmos garantir o abastecimento necessário e isso coloque em risco a saúde, por exemplo, haverá requisição. E se as coisas chegarem ao extremo da radicalização, o governo vai usar os instrumentos que tem", disse o general Etchegoyen. Esta medida, porém, não faz parte do decreto de GLO publicado ontem. O que é a GLO e qual é a diferença para a intervenção no Rio? As operações de Garantia da Lei e da Ordem, tal como existem hoje, foram criadas por uma lei de 1999, editada durante o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Segundo a lei, cabe ao presidente da República decretar a operação, sempre que estiverem "esgotados os instrumentos (polícia, bombeiros etc) destinados à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio". Antes disso, militares já eram usados esporadicamente para fazer a segurança interna em situações excepcionais - é o caso da chamada "Operação Rio", realizada naquele Estado no ano de 1994. A GLO é um instrumento legal diferente da intervenção federal que está em curso no Rio de Janeiro desde fevereiro deste ano. No caso da GLO, o governo federal simplesmente autoriza o uso das Forças Armadas para atividades de segurança interna ? todas as ações são controladas diretamente de Brasília. No caso do Rio de Janeiro, Michel Temer indicou um militar ? o general Walter Souza Braga Netto - para comandar a Segurança Pública do Estado. De 2010 até 2017, a GLO foi usada 29 vezes em todo o país ? alguns exemplos recentes são a greve de policiais no Espírito Santo em fevereiro passado, e eventos como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de de 2016 no Rio de Janeiro, e os protestos de rua em junho de 2013. Manual do Ministério da Defesa de 2013 diz que GLO tem que ter área determinada Reprodução/Ministério da Defesa Leia Mais

Governadores reclamam de pedido de Michel Temer aos estados para renúncia de ICMS sobre diesel

Propostas do governo federal aos estados foram apresentadas em reunião do Confaz nesta sexta (25). Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, estados não são obrigados a adotar medidas. Governadores de estados do Nordeste e Minas Gerais divulgaram carta neste sábado (26) com críticas ao pedido do governo federal aos estados para que avaliem ajustes no ICMS ( Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços ) e, assim, "contribuir", pelo fim da paralisação de caminhoneiros contra a alta do diesel. Na carta, os governadores criticam, ainda, política de reajuste de preço dos combustíveis. A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sexto dia. "Neste grave momento, quando irrompe um movimento radical que ? justificado pela desenfreada escalada de reajustes ? bloqueia os canais de distribuição de combustíveis e coloca em risco a mobilidade, a saúde, a segurança e a integridade física de milhões de brasileiros, o Governo Federal tenta fugir às suas responsabilidades convocando os governos estaduais ? já tão sacrificados pela injusta concentração de recursos na União ? a renunciar às suas receitas do ICMS, supostamente para atender demandas dos representantes dos transportadores participantes da paralização", afirmam os governadores. O ICMS é um imposto estadual sobre mercadorias e serviços e tem uma base variável, ou seja, um percentual sobre o preço cobrado. Com isso, se o produto ou serviço fica mais caro, também sobe o valor pago com o imposto. Na sexta-feira (25), em encontro de secretários estaduais de Fazenda e representantes do governo, o presidente Michel Temer fez um apelo aos estados sobre a possibilidade de rever o imposto. "Eu devo até dizer que no dia de ontem eu estive no Rio de Janeiro a tardezinha, e o governador Pezão já reduziu o valor. Sequentemente estive em Minas Gerais, conversei com o governador Pimentel, e quando falei da necessidade de reduzir ICMS, houve aplauso de mais de 2 mil integrantes dessa solenidade. Então aquilo que o senhores puderem fazer estão fazendo pelo Brasil ? em uma ação federativa conjungada, entre União e estados", disse o presidente Michel Temer. Na terça-feira (29), haverá reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para que os estados votem as propostas feitas pelo governo federal aos estados. Segundo o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, só vão adotar a medida os estados que quiserem, não é uma imposição. Umas das propostas do governo, prevê a incorporação imediata, na base de cálculo do ICMS, da redução de 10% (cerca de R$ 0,25 na bomba) no preço do diesel anunciada pela Petrobras. A segunda é que o reajuste da base de cálculo do ICMS serei feita somente a cada 30 dias e não mais 15, como determina a lei atual. ?É uma alternativa que se coloca aos estados. Então os estados, se não quiserem aderir, eles podem permanecer na situação atual. O que está sendo proposto não é uma imposição aos estados. Nós estamos dando uma alternativa aos estados que concordarem com esses dois movimentos?, declarou o ministro nesta sexta-feira (25). Política de preços Na carta divulgada, os governadores da Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe e Minas Gerais também criticaram a política de reajuste de preços praticada pela Petrobras. ?Essa política de preços [da Petrobras] foi elevando, de forma assustadora, os preços de insumos básicos para a população, como o gás de cozinha, a gasolina e o óleo diesel, cujo custo repercute, diretamente, sobre todos os preços da economia, a começar por itens de consumo básico, como os alimentos, que exercem forte impacto sobre o orçamento das famílias mais pobres?, diz a carta dos governadores. "Diante disso, nós ? Governadores dos Estados integrantes da Sudene ? consideramos absolutamente inaceitável a tentativa do Governo Federal de transferir para os Estados a responsabilidade pela solução de uma crise que foi provocada pela União, através de uma política de preços de combustíveis absurda, perversa e irresponsável. Colocar sobre os Estados Federados o ônus de qualquer redução da alíquota sobre os combustíveis - além de ser desrespeitoso - é atitude inconsequente e, por isso mesmo, inaceitável", afirmam os governadores. Nesta sexta, governadores de Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins, Maranhão e Distrito Federal também divulgaram carta com críticas à política de preços dos combustíveis. Paralisação A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou no início da tarde deste sábado (26) que, por causa da greve de caminhoneiros, até 11h30 havia 596 pontos de bloqueios nas estradas do país. Segundo a corporação, são bloqueios parciais que não "interferem na movimentação de veículos". Neste sábado (26), o presidente Michel Temer e ministros se reuniram no Palácio do Planalto para um encontro do gabinete criado pelo governo federal para monitorar a greve dos caminhoneiros. Após o encontro, o ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo, afirmou que a Polícia Federal já fez pedidos de prisão para empresários que, segundo a corporação, estão por trás de um locaute na paralisação de caminhoneiros. Ministros se reúnem no Planalto para avaliar a paralisação dos caminhoneiros Leia Mais

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