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Com um quarto da área colhida e mesmo com geada, SIGA mantém 10,1 milhões de toneladas para safrinha em MS


Técnicos apontam que estimativas feitas anteriormente neste patamar já levavam em conta eventuais efeitos de geadas. Produção de milho em MS deve ser recorde nesta safrinha TV Morena/Reprodução Até sexta-feira passada (12), os produtores de Mato Grosso do Sul já haviam colhido o milho segunda safra, também chamada de safrinha ou safra de inverno, de 435,386 mil hectares. Isso representa 22,7%, ou quase um quarto, dos 1,918 milhão de hectares cultivados com o cereal nesta temporada, segundo dados da mais recente circular do Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio (SIGA), da Associação dos Produtores de Soja (Aprosoja/MS) e Federação de Agricultura e Pecuária (Sistema Famasul). O SIGA aponta que a colheita está mais avançada no norte do estado, com a média de 28,8% do total. Nessa área, produtores de Chapadão do Sul, inclusive, já superaram a marca dos 35%. Depois, vem o centro do estado, com 23,4% das lavouras colhidas e, por fim, o sul, com 21,5% de média. O levantamento do SIGA aponta que mesmo com a ocorrência de geadas nos dias 6, 7 e 8 de julho, se mantém a expectativa de uma safrinha recorde de milho, 10,127 milhões de toneladas. Na circular, técnicos da entidade apontam que a ocorrência do fenômeno era esperada e que a projeção de produção do grão feita anteriormente nesse mesmo patamar, já era mais conservadora, considerando que o evento climático poderia reduzir a produtividade do milho. O SIGA atribui esse aumento ao incremento da área cultivada de 5,73%, com a extensão das lavouras passando de 1,814 milhão de hectares, da safrinha anterior para 1,918 milhão de hectares, na atual e um salto de 25.4% na produtividade, que deve subir de 70,13 sacas por hectare para 88 sacas por hectare. Segundo dados da Granos Corretora, até o dia 8 de julho, os produtores do estado haviam comercializado antecipadamente 40,32% da safrinha, um percentual seis pontos percentuais acima dos 33,57% do mesmo período do ano passado. Leia Mais

FGTS injetou R$ 227 bilhões na economia em 2017


Desse total, R$ 119 bilhões se referem aos pagamentos dos saques regulares do FGTS. Governo deve anunciar detalhes da liberação de saques do FGTS e PIS-Pasep Último balanço divulgado pela Caixa Econômica Federal mostra que, em 2017, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) injetou na economia o total de R$ 227 bilhões. Desse montante, R$ 183 bilhões se referem ao pagamento de saques regulares do FGTS (R$ 119 bilhões), financiamentos da casa própria (R$ 59,2 bilhões) e programas de saneamento e infraestrutura (R$ 4,2 bilhões). Já os saques das contas inativas injetaram R$ 44 bilhões. Naquele ano, havia 99,7 milhões de contas ativas do FGTS ? número 15,5% maior que em 2016 (86,3 milhões). O saldo das contas vinculadas era de R$ 383,3 bilhões ? R$ 362,6 bilhões referentes às contas ativas e R$ 20,7 bilhões às contas inativas, que totalizavam 154,7 milhões ? aumento de 139% em relação a 2016 (64,8 milhões). O presidente Jair Bolsonaro confirmou que será anunciada nesta quinta-feira (18) a liberação do saque de contas ativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS-Pasep, que devem liberar o total de R$ 63 bilhões - R$ 42 bilhões só do FGTS. FGTS: veja como consultar o saldo de contas ativas ou inativas Ouça o podcast: saiba como funciona o FGTS Saques Em 2017, foram efetuadas 102 milhões de liberações de saque, totalizando R$ 119 bilhões, sem contar os saques das contas inativas. Os saques decorrentes da demissão sem justa causa corresponderam a 65,3% do total; aposentadoria teve a parcela de 16,19% e habitação, de 13,52%. As três modalidades juntas foram responsáveis por 95% do total de saques. Cerca de 55 milhões de trabalhadores demitidos sem justa causa sacaram R$ 77,5 bilhões do FGTS. Houve um aumento expressivo de pessoas que sacaram o dinheiro em relação a 2016, quando 18 milhões de desempregados sacaram R$ 68 bilhões. Esse salto contribuiu para o aumento considerável de saques gerais ? de 37 milhões em 2016 para 102 milhões em 2017. Os saques efetuados para moradia - que englobam aquisição de imóvel pronto ou em construção, liquidação e amortização de saldo devedor ou pagamento de parte das prestações de financiamento da casa própria - apresentaram crescimento de 23,53% na quantidade e 9,28% no valor de saques em relação a 2016. Também foram liberados recursos no valor de R$ 19,2 bilhões para aposentadoria a aproximadamente 10,5 milhões de trabalhadores. Já o saque das contas inativas atingiu 25,9 milhões de trabalhadores e injetou cerca de R$ 44,4 bilhões na economia. Arrecadação líquida Em 2017, foi realizada, por meio de cerca de 72,7 milhões de guias de recolhimento, uma arrecadação bruta de R$ 123,5 bilhões referente à entrada de recursos de depósitos regulares e rescisórios pagos pelos empregadores. Segundo a Caixa, nos últimos anos, o fundo apresentou arrecadação líquida positiva (arrecadação bruta das contribuições menos os saques efetuados pelos trabalhadores). Em 2017, o FGTS obteve aproximadamente R$ 4,9 bilhões. No entanto, esse valor é menos da metade em relação a 2016 (R$ 10,2 bilhões) e o menor valor desde 2007 (R$ 3,3 bilhões). Evolução da arrecadação líquida do FGTS Reprodução Emissão de extratos A Caixa informa no demonstrativo que enviou, em 2017, 108 milhões de extratos de conta vinculada do FGTS via Correios. Por e-mail ou mensagem SMS foram 21,5 milhões e 208,9 milhões, respectivamente. A emissão do extrato por e-mail e mensagens SMS depende da adesão do trabalhador. Em 2017, 2,9 milhões de pessoas aderiram ao extrato por e-mail e 19,8 milhões ao serviço de SMS. O envio sistemático do extrato do FGTS possibilita que o próprio trabalhador verifique se o empregador está recolhendo os valores devidos. Já o aplicativo FGTS, disponível para IOS, Android e Windows, atingiu aproximadamente 10 milhões de usuários. Situações em que o FGTS pode ser sacado por lei Na demissão sem justa causa; No término do contrato por prazo determinado; Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual ou decretação de nulidade do contrato de trabalho; Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior; Na aposentadoria; No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural que tenha atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do governo federal; Na suspensão do trabalho avulso por prazo igual ou superior a 90 dias; No falecimento do trabalhador; Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos; Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV; Quando o trabalhador ou seu dependente estiver com câncer; Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave; Quando a conta permanecer sem depósito por 3 anos ininterruptos cujo afastamento tenha ocorrido até 13/07/90, inclusive; Quando o trabalhador permanecer por 3 anos ininterruptos fora do regime do FGTS, cujo afastamento tenha ocorrido a partir de 14/07/90, inclusive, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta; Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio; Para aquisição de moradia própria, liquidação ou amortização ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional concedido no âmbito do SFH. 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Produtores do Paraguai pedem divisão igual de cota para exportar carne à UE


Objetivo dos pecuaristas do país é evitar que Brasil e Argentina levem vantagem com o acordo comercial entre europeus e Mercosul. No primeiro semestre, o Paraguai exportou US$ 478,2 milhões em carne bovina, uma queda de 20,6% em relação a 2018 Reprodução/TV Fronteira Produtores paraguaios exigem que a cota de 99 mil toneladas de carne que o Mercosul poderá exportar à União Europeia (UE) com tarifas preferenciais após a aprovação do acordo entre os blocos seja dividida de forma igual, para evitar que Brasil e Argentina sejam beneficiados. SAIBA como ficam as cotas no acordo O presidente da Associação Rural do Paraguai (ARP), Luis Villasanti, fez a exigência em entrevista concedida à Agência Efe nesta quarta-feira (17), enquanto os presidentes dos quatro países do Mercosul discutem a implementação do acordo em Santa Fé, na Argentina. "É preciso que a negociação interna do Mercosul seja igualitária, para evitar que Brasil e Argentina saiam beneficiados, em detrimento do Uruguai e do Paraguai", afirmou Villasanti. Após o êxito na negociação com a UE, o Mercosul agora deve decidir como repartirá as cotas de exportação para o bloco europeu de produtos como a carne, o arroz e o açúcar. O pacto comercial ainda não está em vigor e precisa da aprovação de todos os países envolvidos (veja os próximos passos). O trecho citado pelo presidente da ARP é uma das questões do acordo que mais afetam o Paraguai, já que a indústria de carne bovina representa 12,6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país e emprega cerca de 400 mil pessoas. Além disso, Villasanti garantiu que os produtores paraguaios já atendem aos critérios fitossanitários exigidos pela UE no acordo comercial. Acordo UE-Mercosul limita setores competitivos do agronegócio Nos primeiros seis meses do ano, o país exportou US$ 478,2 milhões em carne bovina, uma queda de 20,6% em relação ao mesmo período de 2018, de acordo com o último relatório sobre o comércio exterior divulgado pelo Banco Central do Paraguai. Segundo Villasanti, o recuo ocorreu porque o preço médio da carne está 10,1% menor do que o registrado no ano passado, uma redução puxada por Rússia, Taiwan e Brasil. O acordo comercial é visto como essencial para o setor, já que pode levar a carne paraguaia a outros mercados, como os de Estados Unidos, Canadá, Japão e Turquia. Para isso, porém, o presidente da ARP destaca a necessidade da criação do Instituto Paraguaio da Carne, instituição que permitirá que os produtores obtenham os certificados internacionais do produto. A iniciativa ainda será avaliada no Congresso. "A chegada a novos mercados nos ajudaria a atravessar esse mau momento", projetou Villasanti. Initial plugin text Leia Mais

Confiança do empresário industrial sobe em julho pelo segundo mês consecutivo, diz CNI


Índice é maior entre as grandes empresas. Pesquisa da CNI aponta ainda melhora nas expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) subiu 0,5 ponto em julho, chegando a 57,4 pontos. Foi o segundo aumento consecutivo do indicador, segundo informou nesta quinta-feira (18) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para elaborar o índice, a CNI ouviu 2.391 empresas, entre os dias 1º e 11 de julho. O indicador de confiança varia de 0 a 100, sendo que quando está acima dos 50 pontos, mostra que os empresários estão confiantes. Apesar de o índice geral ter subido, a confiança caiu entre as pequenas empresas. Nesse segmento, o índice teve queda de 0,4 ponto e chegou a 55,4 pontos em julho. Já entre as médias e grandes empresas a confiança subiu. De acordo com a pesquisa, a confiança é maior nas grandes empresas. Entre elas, o índice subiu para 58,2 pontos. Nas médias empresas o índice chegou a 57,5 pontos. Fábrica em Salto de Pirapora (SP) Reprodução/TV TEM Expectativas futuras e condições atuais Na avaliação da CNI, o otimismo dos industriais aumentou porque melhoraram as expectativas em relação ao desempenho da economia e das empresas nos próximos seis meses. O índice de expectativas subiu de 61,7 pontos em junho para 62,1 pontos em julho. ?As expectativas em relação à economia brasileira aumentaram um ponto em relação a junho?, afirmou o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Segundo o economista, essa melhora pode estar ligada às perspectivas de aprovação da reforma da Previdência. Apesar da melhora das expectativas futuras, a pesquisa registrou piora na percepção sobre a situação atual dos negócios e da economia. O indicador de condições atuais caiu de 47,6 pontos em junho para 47 pontos em julho. Leia Mais

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