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Burger King recebe currículos durante Feira Cultural LGBT, em SP


A marca terá um espaço para divulgação de vagas e recebimento de currículos das 10h às 16h. Feira LGBT realizada em São Paulo em edição anterior do evento Reprodução/Twitter O Burger King fará seleção de candidatos para vagas de emprego durante a 19ª Feira Cultural LGBT, que acontece nesta quinta-feira (20), na Praça da República. A marca terá um espaço para divulgação de vagas e recebimento de currículos das 10h às 16h. A rede de fast-food esclarecerá dúvidas sobre vagas para o corporativo e para os restaurantes de todo o Brasil. Além do recebimento de currículos, a marca também oferecerá, no local, uma sessão de fotos corporativas para as redes sociais dos candidatos. Os cargos para os restaurantes são de atendente, coordenador de restaurante e gerente de restaurante. Para as vagas de atendente, os candidatos devem estar cursando ou terem concluído o ensino médio. No caso de coordenador, é necessário que estejam cursando ou tenham concluído o ensino superior. Já para as vagas de gerente, o requisito é ter o nível superior completo. As vagas para coordenador e gerente exigem experiência de, no mínimo, um ano na função e são para trabalhar no período diurno ou noturno. Já para o escritório, as vagas serão abertas para todos os níveis e áreas. As inscrições podem ser feitas por meio da entrega do currículo impresso no dia do evento ou através deste link. Leia Mais

Tesla Model 3 é transformado em picape por youtuber americana


Simone Giertz, famosa por ter um canal sobre robôs, cansou de esperar pelo lançamento do modelo e transformou seu Tesla em uma picape. Tesla Model 3 modificado para picape Simone Giertz/Reprodução Cansada de esperar pela picape elétrica que Elon Musk prometeu, a youtuber Simone Giertz, que tem um canal sobre "robôs inúteis", transformou seu Tesla Model 3 em uma. A mudança teve direito até a um comercial falso, feito para promover o novo veículo, que Giertz chamou de "Truckla". "Os rumores dizem que eles [a Tesla] vão anunciar o carro este ano, mas vai levar anos até que você possa ter um. E eu não tenho tempo pra esperar por isso", disse ela no vídeo em que apresentou o processo de transformação do carro. Segundo ela, a ideia de fazer a transformação estava no papel há mais de um ano. Giertz não trabalhou sozinha na concepção do design e na transformação. Ela contou com a ajuda de Marcos Ramirez, um mecânico e artista da região de São Francisco, nos EUA. Outros youtubers também colaboraram, como Richard Benoit, que tem um canal dedicado a modificações de carros da Tesla, e Laura Kampf, uma designer alemã. Initial plugin text Ainda de acordo com Giertz, a escolha do Model 3 aconteceu porque o carro tem um chassi de aço, que é mais fácil de modificar e construir algo em cima ? o Modelo S tem chassi de alumínio. Além disso, o carro também era a opção mais barata a ser modificada. O vídeo mostra desde o processo de aquisição do carro, que foi comprado online pela youtuber. O resultado é bastante impressionante. No fim, pelo porte compacto do Model 3, a picape ficou semelhante a alguns modelos brasileiros e australianos de picape, como a Holden Ute, mantendo a característica do Tesla, mas com a caçamba. Giertz cortou a parte de trás do Model 3 para transformá-lo em picape. Reprodução/Twitter Apesar do sucesso final do projeto, o processo teve obstáculos. Depois de ter tirado algumas partes do carro, como os bancos traseiros, o Model 3 estava se recusando a ligar, porque alertava à Tesla via conexão celular que algumas partes estavam faltando. Mas os empecilhos foram superados e o carro é funcional. No entanto, Giertz ainda afirmou que irá aprimorar questões como acabamento interno e pintura. Leia Mais

Quanto tempo os dados ficam no Facebook após uma conta ser excluída?


Pacotão do blog Segurança Digital também responde dúvidas sobre roteamento de Wi-Fi e falha BlueKeep. Se você tem alguma dúvida sobre segurança da informação (antivírus, invasões, cibercrime, roubo de dados etc.) vá até o fim da reportagem e utilize o espaço de comentários ou envie um e-mail para [email protected] A coluna responde perguntas deixadas por leitores no pacotão, às quintas-feiras. Dados pessoais podem ficar no servidor por até 90 dias, mas empresa guarda dados de acesso por mais tempo. Thiago Lavado/G1 Quanto tempo o Facebook guarda dados de contas excluídas? O Facebook guarda por quanto tempo os dados de uma conta já excluída? Se uma pessoa entrar com processo e esta conta já ter sido apagada, tem como por via judicial descobrir os dados cadastrais e IP da mesma? Isso leva quando tempo depois do Facebook já ter sido intimado? ? Thaiane Fontoura Os prazos em processos judiciais podem variar muito e a disponibilidade dos dados dependerá também do que for solicitado. Mas os prazos do Facebook para a guarda de dados são informados pela própria rede social. Quando uma conta é excluída, pode levar até 90 dias para que todos os dados sejam realmente eliminados da plataforma. Mas esses "dados" são apenas as informações pessoais, não informações de rede (como o endereço IP). O Marco Civil da Internet estipula que certas informações sobre uso de aplicações de internet (o Facebook, nesse caso, é uma "aplicação") precisam ser guardados por no mínimo seis meses. Ou seja, mesmo que fotos e outras informações antigas do perfil sejam excluídas em até 90 dias, o Facebook ainda teria que manter ? ao menos se estiver seguindo a lei brasileira ? dados cadastrais e de acesso por um mínimo de seis meses. O Facebook reconhece que mantém esses "dados de log" e não informa um prazo para apagá-los. A plataforma apenas promete que esses dados, se mantidos, são "desvinculados de qualquer informação pessoal". É bom lembrar que muitas pessoas não excluem suas contas, mas sim "desativam". Nesse procedimento, o perfil não fica mais visível e aparentemente foi apagado, mas os dados permanecem por tempo indeterminado na rede social, permitindo que a conta seja reativada a qualquer momento. Vale a pena saber: Excluir a conta do Facebook não exclui mensagens privadas enviadas para outras pessoas. Essas mensagens contam como informações de quem as recebe e só o destinatário pode escolher quando apagá-las. Configuração da função de 'ponto de acesso' ou 'roteador portátil' no Android, que permite compartilhar a conexão de internet móvel por Wi-Fi Reprodução Celular com Wi-Fi 'roteado' fica vulnerável? Se eu estiver roteando internet do meu celular e alguém se conectar, essa pessoa pode invadir meu aparelho? ? Sofia Lemes De forma alguma. Se isso for possível, é porque o aparelho teria algum defeito (vulnerabilidade). Usar o celular como roteador Wi-Fi para compartilhar a conexão não deve expor o aparelho a qualquer ataque. Vale a pena saber: Não deixe de configurar uma senha no Wi-Fi compartilhado do seu telefone. Correção da falha BlueKeep Qual é o patch de atualização para o BlueKeep? - Valério Samuel Vancin Todas as atualizações ? independentemente do que elas corrigem ? devem ser instaladas. Por isso, é importante checar por atualizações e instalar tudo o que estiver pendente no painel de atualizações do Windows. Se você realmente precisa baixar apenas a atualização que corrige a grave falha "BlueKeep", o identificador dela é "CVE-2019-0708". Os links para download estão no site da Microsoft aqui (para Windows Vista, 2003 e XP) e aqui (para Windows 7 e 2008). Vale a pena saber: A Microsoft não mais disponibiliza atualizações que corrigem falhas específicas. Agora, a empresa reúne tudo em pacotes mensais que devem ser instalados por inteiro. O pacotão da coluna Segurança Digital vai ficando por aqui. Não se esqueça de deixar sua dúvida na área de comentários, logo abaixo, ou enviar um e-mail para [email protected] Você também pode seguir a coluna no Twitter em @g1seguranca. Até a próxima! Selo Altieres Rohr Ilustração: G1 Leia Mais

Estados do Norte e Nordeste querem mudanças na proposta de reforma tributária

Texto transforma cinco tributos em um e foi aprovado pela CCJ da Câmara. Entre as mudanças, estados defendem previsão de queda gradual da parcela da União sobre a arrecadação. Governadores do Norte e Nordeste estão coordenando um movimento para promover alterações na proposta de reforma tributária aprovada recentemente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. De autoria do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) e do economista Bernard Appy, o texto em discussão prevê a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS estadual e ISS municipal) por um só, o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja arrecadação seria compartilhada entre governo federal, estados e municípios. A equipe econômica do governo Jair Bolsonaro também prepara uma proposta de reforma tributária, mas ela ainda não foi detalhada. Entretanto, ela deve prever a união apenas de tributos federais, ou seja, não deve inclui impostos estaduais. Proposta de reforma tributária segue para comissão especial da Câmara O secretário de Fazenda do Piauí, Rafael Fonteles, que preside o Comsefaz, comitê que reúne os secretários de Fazenda dos estados e do DF, disse que a maioria dos governadores apoia a proposta em análise na Câmara. No entanto, eles querem alterações que tratam desde questões envolvendo competência e autonomia até a divisão do bolo tributário. Entre as mudanças defendidas está a de que o texto passe a prever a redução gradual na participação da União na divisão dos recursos arrecadados através do IBS. Outra é que apenas os estados e municípios possam legislar sobre esse tributo. Os estados do Norte e Nordeste defendem ainda a criação de um fundo de desenvolvimento regional constitucional, e que o comitê gestor do IBS seja formado apenas por representantes de estados e municípios. "A gente já teve encontro dos secretários de Fazenda das regiões Norte e Nordeste, e formulamos nove pontos que entendemos que têm de ser mudados na proposta do Appy, dadas as peculiaridades das regiões", disse a secretária de Fazenda do Ceará, Fernanda Pacobahyba. Ela apontou, porém, que a proposta em tramitação na Câmara é "boa" e "é a que tem a maior sustentabilidade". Uma posição formal de todos os estados sobre a proposta de reforma tributária está prevista para sair em julho. Autonomia O presidente da Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite), Juracy Soares, disse que os governadores veem com "reserva" a proposta de Appy e Baleia Rossi porque ela reduz a autonomia dos estados à simples possibilidade de estabelecer a alíquota de sua parcela no IBS. A proposta prevê que o novo imposto seria formado por uma junção das alíquotas de União, estados e municípios e que cada um poderá elevar ou reduzir sua alíquota. "Governadores e secretários entendem que o que a proposta traz para acabar com essa guerra fiscal é uma afronta à soberania dos entes subnacionais, e, de certa forma, isso acontece", declarou. O diretor do Comsefaz, André Horta, afirmou que os secretários de Fazenda estão "prudentes" com a proposta. "Tem estados que estão super entusiastas com esse projeto e tem estados que não estão. Existe divisão", disse. Segundo ele, comparado com o atual ICMS, a proposta do IBS deixa os estados com pouca margem de manobra. ?Reforma tributária pode aumentar PIB potencial em 10% em 15 anos', diz Bernard Appy Em maio, durante audiência na Câmara dos Deputados, Bernard Appy, um dos autores da proposta que cria o IBS, afirmou que o projeto mantém a autonomia dos estados e dos municípios pois eles poderão aumentar ou reduzir sua alíquota do novo imposto VEJA MAIS DETALHES DA PROPOSTA APROVADA NA CCJ "O estado pode subir ou baixar alíquota, mantendo a autonomia federativa, mas é um imposto sobre consumo. Se subir 1% a alíquota, os preços ao consumidor sobem 1%. O consumidor é o eleitor e pode discutir o que está sendo feito com esse tributo", declarou. Segundo sua proposta, não pode ser concedido nenhum benefício fiscal no âmbito do IBS ? tributo que reunirá o ICMS estadual e o ISS municipal, além do PIS, Cofins e IPI. Ele confirmou que uma fonte de reclamação dos estados é justamente a perda de poder de conceder novos subsídios para o setor produtivo se instalar em determinado estado. Para o diretor do CCIF, a concessão de incentivos fiscais é uma forma "extremamente deficiente" de se fazer política de desenvolvimento regional, pois os estados, muitas vezes, concedem benefícios para empresas que não têm vocação se instalarem naquele local. "São Paulo, por exemplo, dá benefícios para frigorífico, que deveria estar onde está o boi, no Centro-Oeste. Enquanto isso, o estado do Centro-Oeste dá benefício para montadoras, que poderiam estar em São Paulo. Com isso, alocam toda estrutura produtiva do país de uma forma torta por causa dos benefícios fiscais", observou. Essa forma de concessão de benefícios fiscais, argumentou ele, gera um "custo econômico desnecessário". "A estrutura de distribuição de qualquer produtor de bens de consumo no Brasil não está montada de forma a reduzir o custo de logística, mas sim para reduzir o custo tributário. Fica um monte de caminhão rodando à toa no país", explicou Appy. Resistência à reforma Diferentes governos tentaram, sem sucesso, fazer a reforma tributária nas últimas décadas, mas esbarraram em resistências de caráter regional, partidário e de diferentes setores produtivos, todos eles representados no Congresso Nacional. A versão da reforma tributária já aprovada pela CCJ da Câmara ainda tem de ser debatida em comissão especial, e, depois, passar pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado Federal para ter validade. A simplificação da cobrança de impostos é considerada por especialistas como fundamental para a retomada do crescimento econômico. Analistas e investidores reclamam do elevado número de tributos e da complexidade, e dizem que isso afasta investimentos. No caso do ICMS estadual, por exemplo, há 27 diferentes legislações vigentes no país. Relatório "Doing Business" do Banco Mundial, de 2018, mostra que, entre 190 países no mundo, o Brasil aparece na 184ª posição no critério "pagamento de impostos". Além disso, está em último lugar entre os países onde as empresas gastam mais tempo para calcular e pagar impostos: 1.958 horas por ano em média. Na Bolívia, que ocupa o penúltimo lugar, são 1.025 horas por ano. Na Argentina, o tempo médio é de 311,5 horas/ano. Já no México, o número cai para 240,5 horas/ano. Juracy Soares, presidente da Febrafite, avalia que o sistema tributário brasileiro é "muito confuso, caro e ineficiente, não só para o contribuinte, e gera um alto custo de conformidade", ou seja, para cumprir as determinações legais. "A gente quer que haja um movimento para simplificação do sistema", declarou Soares. "Qualquer movimento que venha no sentido de simplificação é bom", completou. Leia Mais

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