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Distribuição de dividendos tem melhor resultado desde 2014


Empresas distribuíram R$ 79,63 bilhões no ano passado, segundo a Economatica O volume de dividendos e juros sobre capital próprio distribuído pelas empresas de capital aberto somou R$ 79,63 bilhões no ano passado, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (20) pela Economatica. Os números mostraram um crescimento de 13,31% em relação ao ano passado. Também foi o melhor resultado desde 2014. Ao todo, 251 empresas distribuíram dividendos para os acionistas no passado. Ao longo dos últimos anos, o melhor desempenho foi observado em 2011, quando a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio somou R$ 92,3 bilhões. O setor bancário, que reúne 22 instituições, foi o que mais distribuiu dividendos no ano passado. Foram R$ 28,3 bilhões, maior valor desde 2010 quando teve início a série histórica. Os bancos representaram 35,63% do total distribuído. Na sequência, apareceram alimentos e bebidas (R$ 11,5 bilhões) e de energia elétrica (R$ 6,8 bilhões). Esses dois setores, no entanto, tiveram recuo em relação ao valor distribuído em 2016, quando o montante somou R$ 16,7 bilhões e R$ 7 bilhões, respectivamente. Empresas No recorte por empesas realizado pela Economatica, o Itaú Unibanco liderou a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio no ano passado, com R$ 10,7 bilhões, crescimento de 38,1% superior em relação ao observado em 2016. Na sequência apareceram a Ambev (R$ 8,8 bilhões), Bradesco (R$ 6,3 bilhões), Santander (R$ 5,9 bilhões) e Cielo (R$ 4,9 bilhões). Itaú Unibanco liderou distribuição de dividendos Sergio Moraes/Reuters Veja as empresas que mais distribuíram dividendos: Itaú Unibanco (R$ 10,728 bilhões) Ambev (R$ 8,820 bilhões) Bradesco (R$ 6,398 bilhões) Santander (R$ 5,916 bilhões) Cielo (R$ 4,907 bilhões) Vale (R$ 4,667 bilhões) Telefônica (R$ 3,669 bilhões) Banco do Brasil (R$ 2,624 bilhões) BTG (R$ 1,505 bilhão) CCR (R$ 1,334 bilhão) Leia Mais

Após decisão da União Europeia, BRF vai reajustar produção e dar férias coletivas em 4 frigoríficos 


Empresa diz que decisão da UE de barrar 20 frigoríficos brasileiros é 'barreira comercial' é que vai contestar medida; 12 unidades da BRF foram atingidas. A BRF, maior produtora de frango do mundo, disse que vai ajustar sua produção diante da decisão da União Europeia de proibir 12 frigoríficos da empresa de exportar para a região. Para isso, a empresas vai colocar funcionários de 4 frigoríficos em férias coletivas: Capinzal (SC), Rio Verde (GO), Carambeí (PR) e Toledo (PR). "Ainda é prematuro prever o impacto dessa revisão, dada a complexidade da cadeia produtiva na qual a BRF está inserida", disse a empresa em nota à imprensa. Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF é a maior exportadora de carne de frango do mundo, com vendas em cerca de 150 países. Possui mais de 50 fábricas em oito países e cerca de 100 mil funcionários. Unidade da BRF em Rio Verde, no sudoeste de Goiás Reprodução/ TV Anhanguera A empresa disse ainda que não foi oficialmente comunicada sobre a decisão da comissão sanitária da União Europeia, mas alegou que não foi ouvida e que vai contestar a medida. "A companhia acredita que a decisão da Comissão Europeia em suspender as importações da BRF, a partir das plantas localizadas no Brasil, não foi baseada em questões sanitárias, mas pautada em motivações políticas e de proteção de seu mercado local. Tal decisão não foi precedida por uma investigação dos fatos por parte das autoridades europeias, e a BRF não teve a chance de ser ouvida", afirmou a empresa. Ela disse que a medida "evidencia uma barreira comercial" e que vai contestar a decisão na UE e também contribuir com o governo brasileiro para ingressar em um painel contra o bloco econômico na Organização Mundial de Comércio. 12 frigorícos na lista A BRF é dona de 12 dos 20 frigorícos que foram proibidos de exportar. São eles: Ponta Grossa (Paraná) Concórdia (Santa Catarina) Dourados (Mato Grosso do Sul) Serafina Correa (Rio Grande do Sul) Chapecó (Santa Catarina) Capinzal (Santa Catarina) Rio Verde (Goiás) Marau (Rio Grande do Sul) Toledo (Paraná) Várzea Grande (Mato Grosso) Francisco Beltrão (Paraná) - unidade da SHB, subsidiária da BRF. Nova Matum (Mato Grosso) - unidade da SHB. Férias coletivas Veja a programação de férias coletivas já anunciada pela BRF: Capinzal (SC) Quem vai parar: todos os trabalhadores envolvidos no abate de aves. Quando: a partir de 7 de maio, por 30 dias. Rio Verde (GO) Quem vai parar: todos os funcionários da linha de abate de aves. Quando: a partir de 14 de maio, por 30 dias. Carambeí (PR) Quem vai parar: todos os funcionários da linha de produção. Quando: a partir de 21 de maio, por 30 dias. Toledo (PR) Quem vai parar: 2 mil funcionários da linha de abate de aves Quando: a partir de 2 de julho, por 30 dias. Trabalhadores temem demissões Os funcionários da BRF, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás, estão com medo de demissões. A fábrica abate mais de 400 mil frangos por dia. Com o fim do envio das aves para países europeus, o receio dos funcionários é que a produção diminua e possa haver demissões. ?Vai prejudicar praticamente a cidade toda?, disse o higienizador Edvaldo Oliveira de Souza. *Com G1 GO Leia Mais

Imposto de Renda 2018: como um aposentado que é MEI deve fazer a declaração?


Especialista responde dúvidas de leitores do G1 sobre a declaração do IR. O G1 recebeu perguntas de leitores sobre a declaração do Imposto de Renda de 2018, e pediu ajuda a especialistas para responder às questões dos contribuintes diariamente. SAIBA TUDO SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2018 Veja abaixo resposta do gerente de tributos da Mongeral Aegon, Reginaldo Silva, para pergunta sobre como um aposentado que é microempreendedor individual (MEI) deve fazer a declaração. MEI pode ter que declarar IR; entenda Imposto de Renda no G1 Ilustração: Karina Almeida/G1 "Um aposentado que recebeu R$ 60 mil de aposentadoria e possui uma empresa MEI (Microempreendedor Individual), cujos rendimentos da empresa, em 2017, foram de R$ 12.500,00 (total bruto de notas emitidas). Como declarar a receita da empresa? Devo somar com o valor da aposentadoria e declarar como ?rendimentos tributáveis? ou declaro os rendimentos da empresa como isentos?" Resposta: "A receita declarada é o rendimento tributável do MEI, que é seu lucro anual. O lucro é calculado com base na receita bruta (R$ 12.500,00) x o percentual de lucro estipulado para cada uma das áreas de atividade: 8% para atividades de comércio, indústria e serviço de transporte de carga; 16% para serviços de transporte de passageiros; 32% para o setor de serviços. Este valor é informado na ficha de Rendimentos Tributáveis Recebidos de PJ pelo titular, utilizando o CNPJ do MEI como fonte pagadora e será somado ao rendimento da aposentadoria. A diferença entre base de cálculo e o lucro é lançada na ficha 'Rendimento Isento e não Tributável', tipo de rendimento ?09?". Initial plugin text Leia Mais

Companhias aéreas apoiam criação de registro global de drones


Projeto de agência da ONU pretende reduzir o número de incidentes envolvendo drones e aviões. Drone usado pelo Detran para fiscalizar motoristas no DF Toninho Tavares/Agência Brasília As companhias aéreas do mundo estão apoiando a criação de um registro mundial de drones liderado pela Organização das Nações Unidas, em meio ao crescimento de episódios em que essas máquinas voadoras quase colidiram com aviões. A Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata) apoia esforços da agência de aviação da ONU para criar o registro. O cadastro poderia ajudar a acompanhar o número de incidentes envolvendo drones e aviões, disse Rob Eagles, diretor de gestão de infraestrutura de tráfego da Iata. A Iata vai considerar colaborar com a Organização Internacional de Aviação Civil (Icao) para uso do registro de drones em trabalhos de análise de dados para melhorar a segurança de voos. A Icao desenvolve o registro como parte de esforços mais amplos para criar regras de voo e acompanhar aeronaves não tripuladas. "Uma das coisas importantes que gostaríamos de ver no registro é a compilação de dados que incluam incidentes e registros de acidentes", disse Eagles. Companhias aéreas e operadores de aeroportos estão buscando o registro de drones, tecnologias de cercas geográficas e penas mais duras para operadores de drones que insistem em voar perto de aeroportos. Eles esperam que estes passos assegurem a segurança de voos conformes amadores e empresas como a Amazon passam a utilizar mais drones com propósitos comerciais e para recreação. Na Inglaterra, o número de registros de incidentes envolvendo drones e aviões mais que triplicou entre 2015 e 2017, alcançado 92 episódios no ano passado, segundo o U.K. Airprox Board. A Air New Zeland afirmou no mês passado que um voo de Tóquio com 278 pessoas ficou a apenas cinco metros de distância de um drone durante a descida para pouso. No final do ano passado, um drone voando na região do aeroporto de Congonhas (SP) fez o terminal paralisar operações de pouso e decolagens por duas horas, levando a cancelamentos e desvios de voos. Leia Mais

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