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Pfizer e Moderna aumentam preços de vacinas em contrato com União Europeia

Vacina da Pfizer saiu de 15,5 euros nos primeiros contratos, para 19,5 euros; a da Moderna foi de 19 para 25,5 euros. Que vacina é essa? Pfizer Biontech A Pfizer e a Moderna aumentaram os preços de suas vacinas contra a Covid-19 nos últimos contratos com a União Europeia, de acordo com uma reportagem publicada pelo 'Financial Times" neste domingo (1º). LEIA TAMBÉM Brasil chega aos 100 milhões de vacinados com 1ª dose; especialistas alertam sobre a importância das duas doses ENTENDA: a importância de tomar a segunda dose da vacina A Pfizer, que tinha cobrado 15,5 euros (cerca de R$ 96, na cotação atual) nos primeiros contratos, passou a cobrar 19,5 euros (cerca de R$ 121). A vacina da Moderna, que saiu por 19 euros (R$ 117) inicialmente, agora vai custar 25,5 (R$ 157) ?a União Europeia ainda conseguiu tirar 3 euros do preço porque fez uma encomenda maior, de acordo com o jornal. A Comissão Europeia afirmou na semana passada que a União Europeia deve atingir uma meta de vacinação de 70% até o fim do verão no Hemisfério Norte. Em maio, o bloco afirmou que esperava receber mais de um bilhão de doses até o fim de setembro. Veja os vídeos mais assistidos do G1 Leia Mais

Volta ao trabalho presencial será 'difícil' e 'estranha' para os profissionais, diz pesquisa


Para 55%, ideia de voltar ao escritório os deixa estressados, mas 58% dizem que continuar trabalhando remotamente pode prejudicar suas chances de ascensão profissional. Nem todos os profissionais estão animados com retorno ao escritório Maxime/Unsplash Com o avanço da vacinação, as empresas que adotaram o home office por causa da pandemia já avaliam o retorno aos ambientes de trabalho. Mas nem todos os profissionais se sentem confortáveis com essa possibilidade. Uma pesquisa da Korn Ferry, empresa global de consultoria organizacional, aponta que 70% dos profissionais dizem que trabalhar remotamente é o novo normal e que retornar à rotina do escritório será "difícil" e "estranho". Produtividade aumenta entre profissionais em home office, mas bem-estar está em queda, diz pesquisa Home office atinge 11% dos trabalhadores no Brasil diante da pandemia em 2020, aponta Ipea Mais da metade (55%) diz que a ideia de voltar ao escritório em vez de trabalhar em casa os deixa estressados, mas a maioria sente que pode não ter escolha ? 58% dizem que admitir ao chefe que preferem continuar trabalhando remotamente pode prejudicar suas chances de ascensão profissional. Quase três quartos (74%) dos entrevistados dizem que têm mais energia e foco quando trabalham em casa em vez do escritório, e quase metade (49%) diz que recusaria uma oferta de emprego se fosse obrigada a trabalhar do escritório em tempo integral. Empresas avaliam manter home office mesmo com o fim da pandemia ?Tem sido um ano difícil para todos e é responsabilidade dos gerentes realmente ouvir seus funcionários e ser flexíveis ao considerar um retorno ao escritório?, disse Melissa Swift, líder global de Transformação da Força de Trabalho da Korn Ferry. ?Estamos descobrindo que muitos funcionários sentem que são mais produtivos quando trabalham em casa, então considerar uma programação híbrida de trabalho remoto e no escritório pode ser a opção mais eficaz.? A pesquisa constatou que os profissionais são reticentes em desistir das roupas confortáveis que usavam ao trabalhar em casa. Metade (50%) afirma que pretende se vestir de maneira mais casual quando voltar ao escritório. A Korn Ferry ouviu 581 profissionais em abril de 2021. Veja abaixo as respostas da pesquisa: A ideia de voltar ao escritório em vez de trabalhar em casa deixa você estressado? Sim: 55% Não: 45% Admitir para seu chefe que você prefere continuar trabalhando remotamente em vez de voltar para o escritório prejudicaria suas chances de progredir na carreira? Sim: 58% Não: 42% Parece que trabalhar remotamente é o novo ?normal? e voltar à rotina do escritório será difícil/estranho? Sim: 70% Não: 30% Você recusaria uma oferta de emprego se a empresa exigisse que você trabalhasse no escritório em tempo integral? Não: 51% Sim: 49% Na sua opinião, qual grupo está mais animado em ver uma grande porcentagem de funcionários voltando ao escritório? Líderes da empresa: 85% Não gerentes: 15% Você tem mais energia/foco trabalhando em casa ou no escritório? Casa: 74% Escritório: 26% A compra de um novo traje de trabalho o ajudará a ficar mais animado com o retorno ao escritório? Não: 65% Sim: 35% Você acha que vai se vestir de forma diferente do que antes da pandemia quando voltar ao escritório? Sim, mais casualmente: 50% Não: 43% Sim, mais formalmente: 7% Leia Mais

Veja 5 coisas que influencers brasileiros (que vivem lá) adoram no Japão


Segurança nas ruas, limpeza de locais públicos e qualidade do transporte estão entre os pontos que chamam a atenção de brasileiros que se mudaram para o país. Brasileiros gostam da segurança, limpeza e transporte público do Japão (e da comida também) Philip Fong/AFP / Kantaro Komiya/AP / Charly Triballeau / AFP / Rafael Miotto/G1/ Issei Kato/Reuters O que será que chama mais atenção de brasileiros que vivem no Japão? Para saber mais como é a rotina no país das Olimpíadas, o G1 conversou com 4 influencers brasileiros que vivem por lá. Eles são: Julia Dalcin (Hey, Ju! Listen!), Cleide Sousa (Por onde eu vou), Renan Ricci (Ricci no Japão) e Isabela Borrego (Isa Borrego no Japão). VEJA TAMBÉM ESTRANHEZAS DO JAPÃO: Banheiro público transparente, melancia 'quadrada'... PRATO COLORIDO: Japoneses influenciaram brasileiros a comer verduras WALKMAN E MAIS: Como os japoneses revolucionaram a indústria de áudio e imagem ? Segurança e tranquilidade O Japão é o 12º colocado na edição 2021 do Índice Global da Paz. Para se ter uma ideia, o Brasil aparece apenas em 128º lugar nesse ranking. "Aqui você pode andar a qualquer hora do dia e da noite com o celular na mão, com dinheiro no bolso, deixar o portão aberto, etc", explica Renan Ricci, de 30 anos, especialista em marketing digital, que vive no país há 1 ano e meio. "Se você perder sua carteira com dinheiro dentro, você certamente encontrará em um posto policial". A tolerância zero a armas e a proibição do consumo de álcool quando for dirigir são apontados como fatores que fazem o Japão estar entre os países mais seguros do mundo. Pessoas celebram o dia de Ano Novo no distrito de Shibuya, em Tóquio Philip Fong/AFP ?Limpeza (sem lixeiras) Qual a solução para deixar as ruas limpas? Retirar todas as lixeiras. É exatamente isso o que acontece no Japão, é quase impossível encontrar local para dispensar restos de alimentos e embalagens. "A limpeza assusta muito as pessoas quando chegam a primeira vez porque as ruas são sempre bem limpas e não existem latas de lixo nas ruas. Você encontra apenas em parques e nas lojas de conveniência", diz Julia Dalcin, de 29 anos, especialista em comunicação digital. Ela vive no Japão há um ano e meio. Companhia ferroviária lança robôs para ajudar na limpeza dos ambientes, no Japão Mas essa não é uma ação isolada. Isso faz parte de uma política pública para fazer a população cuidar do próprio lixo. É comum levar um saquinho para levar o lixo para casa e depois fazer o descarte. Encontrar uma lixeira nas ruas do Japão não é tarefa fácil. População é responsável por descarte do lixo. Kantaro Komiya/AP Não é incomum também ver pessoas recolhendo os lixos que eventualmente são jogados nas ruas. ? Transporte público, sempre pontual Com 13 linhas e mais de 286,2 quilômetros de extensão, o metrô de Tóquio é o 5º maior do mundo. E não é somente na capital que existe grande oferta de transporte público, é possível viajar de trem para diversas partes do país. Homem idoso confere a própria temperatura com termômetro infravermelho na testa em metrô de Tóquio, no Japão, no dia 10 de fevereiro. Charly Triballeau / AFP Muitas vezes, as linhas podem ficar lotadas, mas o serviço consegue manter uma pontualidade. "Os trens quase nunca se atrasam - e quando acontece, avisam e pedem desculpas a cada minuto", afirma Isabella Borrego, de 24 anos, criadora de conteúdo, que vive há 3 anos no Japão. Japão tem museu dedicado para o transporte sobre trilhos ?Comida, além do sushi Quem acha que a comida japonesa se restringe a sushi e sashimi deve saber que isso é um grande engano. Lámen com carne de porco é muito comum no Japão Rafael Miotto/G1 A lista de quitutes envolve alimentos como a massa com caldo conhecida como lámen, tonkatsu (carne de porco empanada), okonomiyaki (uma panqueca japonesa com diversas coberturas) e uma infinidade de opções. Lámen faz sucesso na capital ?As lindas cerejeiras Jovem observa flores de uma cerejeira no Parque Nacional Shinjuku Gyoen, em Tóquio, no Japão Issei Kato/Reuters Uma beleza à parte: as cerejeiras. Seu pico de florescimento, que acontece na primavera, leva milhares às ruas e parques do país para observar o fenômeno, que dura poucos dias e é reverenciado há mais de mil anos. VÍDEO: Cerejeiras do Japão florescem mais cedo pela primeira vez em 1,2 mil anos Cleide Sousa, 30 anos, Julia Dalcin, 29 anos, Isabella Borrego, 24 anos, e Renan Ricci, 30 anos, são influencers brasileiros que mostram o dia-dia no Japão Reprodução/Instagram Conheça as privadas 'high tech' do Japão: Brasileiras mostram privada que 'canta' e banheiro transparente no Japão E como japoneses mudaram o agro no Brasil: Japoneses e influência na agricultura Reprodução Mais de tecnologia Vítima de stalking relata seu drama: "Eu me senti muito sozinho, vulnerável", diz homem vítima de stalking Como evitar cair nos golpes do WhatsApp: Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger No YouTube, G1 mostra como foi a prata de Rayssa Conheça o app que supera WhatsApp e Instagram no Japão Line: brasileiras contam como é usar o 'zap' do Japão Leia Mais

Descumprir a Lei Geral de Proteção de Dados pode gerar punições a partir deste domingo


Empresas que desrespeitarem a LGPD podem ser multadas em até R$ 50 milhões por infração, mas documento que define cálculo para esta sanção ainda não foi publicado. Autoridade de proteção de dados deve começar aplicando advertências. LGPD tem objetivo de proteger dados de cidadãos Franck/Unsplash A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que estabelece regras sobre os uso dos dados pessoais dos brasileiros, está em vigor desde setembro de 2020. Mas só a partir deste domingo (1º) a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) poderá aplicar sanções a quem descumprir. O prazo quase um ano foi determinado pelo Congresso para dar tempo de as empresas se adequarem à lei e para que a ANPD, órgão ligado à Presidência da República e formado em outubro de 2020, pudesse regulamentar algumas regras. Apesar do fim desse período, especialistas ouvidos pelo G1 dizem que o órgão deve ter uma atuação "educativa" neste início. Por isso, as primeiras ações da ANPD contra denúncias sobre o uso irregular de dados devem ser de advertir as empresas ? o tipo mais brando de sanção. Uma resolução do órgão indicou que as penalidades serão aplicadas de forma "escalável", subindo de degrau em degrau, levando em consideração a gravidade do casos. As multas ainda devem demorar para ocorrer porque não foi publicado o documento que estabelece como elas serão calculadas. Hoje, dados pessoais são requeridos em diversas atividades do dia a dia. Qualquer empresa ou entidade que realiza cadastros com nome ou um documento de um cidadão, seja ele feito pela internet ou não, precisa seguir a LGPD, até mesmo órgãos ligados ao governo ? que não podem ser multados, mas estão sujeitos a outras sanções. Veja ao fim da reportagem como denunciar. SAIBA MAIS: Entenda o que a LGPD muda na sua vida Quais são as punições? Caso haja descumprimento das regras, a ANPD pode abrir um processo administrativo, que pode culminar em uma penalização: advertência; publicidade da infração, que funciona como uma maneira de alertar a sociedade de que determinada empresa desrespeitou as regras; multa simples, de até 2% do faturamento da empresa e que pode chegar a, no máximo, R$ 50 milhões por infração; multa diária; bloqueio dos dados pessoais referentes a infração; eliminação dos dados pessoais referentes a infração; suspensão do exercício da atividade de tratamento dos dados pessoais referentes a infração pelo período máximo de 6 meses, que pode ser estendido por outros 6 meses; proibição parcial ou total do exercício de atividades relacionadas a tratamento de dados. As empresas poderão se defender caso sejam processadas. Se forem multadas, o valor não será pago para as pessoas que tiveram seus dados gerenciados de forma incorreta. Ele será destinado ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), que financia projetos que tenham como objetivo reparação de danos ao consumidor, meio ambiente, patrimônio e outros. Além disso, a multa não é a penalidade mais severa. O advogado e professor no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), Danilo Doneda, apontou ao G1 que uma sanção que obrigue uma empresa a interromper o uso de determinados dados pode ser mais efetiva do que a punição em dinheiro, já que irá interromper potenciais abusos no uso dessas informações. Primeiro passo deve ser advertência A ANPD irá seguir algumas diretrizes para aplicar sanções. Essas normas foram submetidas à consulta pública, mas ainda não foram publicadas. A diretiva indica que as penalidades devem ser dadas em forma de pirâmide, como explica João Victor Archegas, pesquisador de direito e tecnologia do ITS-Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade). "Vai começar com advertência e, a depender da extensão do dano, a depender também do tamanho do controlador [a empresa ou órgão que gerencia os dados] envolvido naquela violação, você começa a subir", afirmou. O professor Danilo Doneda ressaltou que ainda faltam alguns passos até que as primeiras multas apareçam. "A própria lei fala que, antes aplicar multa, a ANPD vai ter que publicar um documento dizendo como que será feito o cálculo das sanções em dinheiro. Enquanto isso não for feito, é bem pouco provável que [a autoridade] aplique multa, porque depois é fácil contestar", disse Doneda. Em nota ao G1, a ANPD disse que a metodologia para o cálculo ainda será submetida à consulta pública e que não há um prazo para isso ocorrer. Apesar disso, Doneda indicou ainda que, a partir de agora, o período de adaptação das empresas acabou e que qualquer infração à LGPD poderá gerar processos administrativos a partir da autoridade. Archegas, do ITS-Rio, apontou que a ANPD não existe somente para aplicar sanções, mas tem o papel de educar a população sobre a importância da proteção de dados no dia a dia, publicar orientações de boas práticas de segurança e garantir que a proteção de dados continue se fortalecendo no país. A ANPD está pronta? A estrutura da ANPD foi publicada pelo presidente Jair Bolsonaro em agosto de 2020, e estabeleceu 36 cargos para o órgão. Ao G1, a assessoria de imprensa da autoridade indicou que os responsáveis por monitorar o cumprimento da lei, receber denúncias e aplicar as sanções fazem parte da Coordenação-Geral de Fiscalização, setor com 3 cargos previstos no decreto, que já estão preenchidos. O pesquisador João Victor Archegas indicou que a autoridade avançou em sua estrutura interna e está em contato com a sociedade, pesquisadores e tem publicado suas resoluções pra consulta pública. "A tendência é que partir de 1º de agosto a ANPD tenha fôlego pra fazer valer todos os dispositivos da lei. É óbvio que, como qualquer outro órgão público, isso vai ser muito gradual e vai depender também da demanda", disse. Para o professor Danilo Doneda, o órgão, com 36 servidores, ainda é muito pequeno se comparado com autoridades equivalentes de outros países, embora faça uma ressalva. "Essas comparações são sempre difíceis de fazer. Cada país tem suas diferenças, cada lei também. Mesmo dando todos os descontos, é difícil imaginar que ANPD tenha gente suficiente para dar conta de um volume um pouco maior de reclamações. A gente pode falar isso com segurança, que tamanho ainda é uma coisa que preocupa", afirmou. A ANPD é um órgão ligado à Presidência da República e ainda não tem orçamento próprio ? esse, inclusive, é um dos objetivos listados na agenda da autoridade. Por isso, não há autonomia para adicionar novos servidores. Posso fazer denúncias? Sim, a ANPD recebe denúncias sobre o uso indevido de dados, mas existem dois sistemas separados para o envio dessas reclamações: Na página inicial da ANPD, há um link de "Denúncia" que leva ao sistema Fala.BR. Nele, o cidadão indica que quer enviar uma manifestação para a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e descreve o problema; Há ainda uma página dedicada para "Reclamações" que indica a utilização do sistema de Peticionamento Eletrônico, que permite o envio de documentos de forma digital. As denúncias podem ser feitas caso o cidadão acredite que seus dados estejam sendo utilizados indevidamente. Mas há uma regra: é preciso tentar um contato direto com o controlador dos dados, ou seja, a empresa que está armazenando ou utilizando suas informações. É preciso comprovar a tentativa de contato ao fazer uso do sistema de Peticionamento Eletrônico, incluindo capturas de tela de e-mails não respondidos, por exemplo. "Se não conseguir resolver, aí envia uma reclamação diretamente pra ANPD, que pode entrar em ação", disse João Victor Archegas. Em casos de vazamentos de dados, a ANPD recomenda ainda que seja registrado um boletim de ocorrência. Somente a ANPD pode atuar em questões de proteção de dados? Não. O professor Danilo Doneda explica que existem temas que são somados à proteção de dados, como é o caso do direito do consumidor. A ANPD não destina valores de multas para as pessoas. Se um cidadão se sentir prejudicado e quiser buscar uma indenização, ele poderá procurar órgãos de defesa do consumidor ou a justiça para a reparação de danos. Nesses casos, só há direito à indenização caso fique comprovado algum prejuízo sofrido. É por isso que as multas previstas na LGPD só poderão ser aplicadas agora, mas a Justiça já condenou empresas tendo a lei como referência para as suas decisões. Quais são os seus direitos segundo a LGPD: VÍDEO: Já posso usar a LGPD para buscar os meus direitos? É seguro dar o CPF nas lojas? Especialistas respondem: VÍDEO: É arriscado passar número do CPF em lojas? Mais de tecnologia Vítima de stalking relata drama: "Eu me senti muito sozinho, vulnerável", diz homem vítima de stalking Como evitar cair nos golpes do WhatsApp: Golpes no Whatsapp: saiba como se proteger 00:00 / 22:54 Leia Mais

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