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A economia comportamental explica o crime


Para a forma da lei e também parte da população, legisladores, etc., o criminoso é alguém que tomou uma decisão racional. Pessoas transgridem a lei calculando o custo e benefício do ato. Desse ponto de vista, todo crime é uma escolha. Foi também o raciocínio aplicado por muito tempo à economia. Mas, como sempre como discutimos nesse espaço, se o homo economicus de alguns livros é bom para explicar os incentivos que nos fazem agir, não dá conta de várias facetas do comportamento humano. Para Justin Pickett, economista e professor da Universidade de Albany, isso também vale para a criminalidade. Aversão ao risco, efeito-manada, custo de oportunidade, etc., todos conceitos da economia comportamental, ajudam também a explicar a ocorrência de crimes. Para demonstrar, um estudo reuniu 265 estudantes. Eles foram divididos em três grupos, e cada um assistiu a um vídeo diferente. O primeiro vídeo apenas anunciava uma operação para flagrar motoristas bêbados. Já um segundo vídeo mostrava as possíveis maneiras de um motorista embriagado acabar preso. Por último, o terceiro vídeo, mais incisivo, apontava a alta chance de um motorista bêbado acabar na prisão. Depois do vídeo, todos os participantes leram sobre a seguinte situação: você dirige até um bar a alguns quilômetros de casa para encontrar os amigos e no fim da noite bebeu além da conta. Foram feitas então duas perguntas: Se quiser voltar dirigindo, qual a chance de você ser preso? Se for dirigir, o quanto você teme ser preso? Gráfico compara resposta de pessoas sobre o risco de prisão ao dirigir Reprodução / ?Using Behavioral Economics to Advance Deterrence Research and Improve Crime Policy? Só anunciar maior repressão ou possíveis modos de flagrar os motoristas não alterou muito a percepção ? 52 a 50% ? e nem o temor de ser preso ? 79% em ambos os casos ? dos participantes. Mas e quanto ao grupo com mais certeza da punição? Houve aumento sensível tanto da percepção do risco (69%) como do temor da prisão (89%). Muitos políticos e especialistas debatem o efeito de leis mais rigorosas sobre a criminalidade. O experimento sugere que funciona muito mais cumprir a lei: os criminosos temem muito mais ir para a prisão do que o tempo que vão ficar presos. O resultado é corroborado pela segunda parte do experimento. Alguns pesquisadores especulam que muitos criminosos agem de maneira quase automática, escolhendo seus alvos com base em poucas informações em vez de calcularem o que têm a ganhar antes de agir. Uma mulher com uma bolsa grande, por exemplo, atrairia mais ladrões mesmo sem nenhuma indicação de que carrega algo de grande valor. Os pesquisadores testaram a hipótese exibindo ao mesmo grupo fotos diferentes de mulheres com uma bolsa maior ou menor. Fotos de mulheres com bolsas de tamanhos diferentes foram utilizadas em estudo Reprodução/"Using Behavioral Economics to Advance Deterrence Research and Improve Crime Policy" O conteúdo era desconhecido, mesmo assim os participantes opinaram que havia US$ 417 na bolsa maior e US$ 276 na menor. Quase 6 em cada 10 pessoas também disseram que seria mais fácil roubar a bolsa grande enquanto 4 em 10 achavam mais fácil roubar a pequena. Os resultados foram publicados em 2018 no "Crime & Delinquency Journal". Há uma razão para economistas estudarem o crime: seu custo é de R$ 256 bilhões ou 4,38% do PIB por ano no Brasil, calculados em 2018 pela Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Nos Estados Unidos, segundo alguns trabalhos, alcança US$ 1 trilhão anuais. Esses estudos não defendem que criminosos não fazem escolhas. Mostram, no entanto, que o impulso para o crime é mais complexo. Fornecem, assim, subsídios para se debater o sistema penal e políticas de combate à criminalidade mais eficientes. Leia Mais

Justiça Federal de SP manda suspender assembleia da Embraer sobre fusão com Boeing


Decisão atendeu ao pedido de sindicatos de trabalhadores; assembleia está prevista para o dia 26. A Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar nesta sexta-feira (22) suspendendo a realização de uma assembleia da Embraer para votar um plano para formação de uma joint venture com a Boeing que vai gerenciar os negócios de aviação comercial da companhia brasileira, sob controle da fabricante norte-americana. Praetor da Embraer Carlos Santos/G1 Na decisão, o juiz Victorio Giuzio Neto afirma: "Defiro a liminar para suspender a realização da assembleia-geral extraordinária de acionistas da Embraer prevista para a dia 26 de fevereiro de 2019 até que as irregularidades legais apontadas sejam esclarecidas." Embraer assina acordo para venda de divisão comercial para Boeing A decisão atendeu ao pedido conjunto de sindicatos de trabalhadores, incluindo o dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, de Araraquara e Américo Brasiliense, de Botucatu e Região e a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos. Procurada, a Embraer informou que "buscará os recursos cabíveis para manter a realização da AGE (assembleia) na data para a qual os acionistas foram convocados." Parceria entre Boeing e Embraer prevê a criação de joint ventures de aviação comercial e defesa. Claudia Ferreira / G1 Leia Mais

Negociações comerciais entre EUA e China são estendidas até domingo


Donald Trump disse haver grandes chances de alcançar um acordo comercial. As negociações entre Estados Unidos e China serão estendidas até domingo (24) em Washington, disse o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, enquanto o presidente Donald Trump disse haver grandes chances de alcançar um acordo comercial. Bandeiras da China e dos Estados Unidos em imagem de arquivo Jason Lee/Reuters Trump também afirmou nesta sexta-feira (22) que espera ter uma reunião sobre comércio com seu equivalente chinês, Xi Jinping, em breve, "provavelmente" em março. O encontro poderia ocorrer em Mar-a-Lago, sua residência na Flórida. Entenda a guerra comercial e seus possíveis impactos Diante da imprensa no Salão Oval, Trump declarou que "estamos tendo conversas muito boas" com a China e anunciou ter alcançado um acordo "sobre a moeda", sem dar mais detalhes. O mandatário também admitiu considerar a possibilidade de ampliar o prazo da trégua comercial com a China para além de 1 de março, data-limite estabelecida por Washington para aumentar as tarifas aduaneiras de 10% a 25% sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas. Os americanos pedem a redução do déficit comercial com a China, mas também mudanças "estruturais", como interromper a transferência imposta de tecnologias, o respeito aos direitos de propriedade intelectual, o fim da pirataria cibernética e o levantamento de barreiras tarifárias. Leia Mais

Preço médio da gasolina nas bombas tem nova queda e segue no menor valor desde janeiro de 2018, diz ANP


Valor da gasolina recuou pela 18ª semana consecutiva; diesel e etanol tiveram alta na semana. Preço médio da gasolina nas bombas teve leve queda Marcelo Brandt/G1 O preço médio da gasolina nas bombas teve leve recuo nesta semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (22). O valor por litro caiu 0,02%, de R$ 4,173 para R$ 4,172. Com mais um recuo ? o 18º seguido -, o preço da gasolina segue no menor valor desde 6 de janeiro do ano passado (R$ 4,151). A ANP também apurou uma leve alta no preço do diesel. O valor médio por litro subiu 0,1%, de R$ 3,442 para R$ 3,444. O preço por litro do etanol subiu 0,6% no período, de R$ 2,744 para R$ 2,760. Refinarias Nesta sexta-feira, a Petrobras informou que elevará em 3,5% o preço médio do diesel em suas refinarias a partir de sábado (23), para R$ 2,1224, no maior nível em quase três meses, enquanto a gasolina segue sem alteração. O valor médio do diesel será o mais alto desde 28 de novembro, quando a Petrobras comercializava o combustível fóssil a R$ 2,1228 por litro. Leia Mais

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