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EUA impõem tarifa de 132% a canos da China e sobretaxam outros 5 países


O Departamento de Comércio americano alega que China, Canadá, Grécia, Índia, Coreia e Turquia exportam tubos soldados a preços inferiores aos de mercado ao país. Bandeira dos Estados Unidos: governo Reuters/Yuri Gripas Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (21) uma tarifa preliminar de 132,63% a canos de metal importados de China, dias antes de os governos dos dois países começarem a discutir sua relação comercial. Canadá (24,38%), Grécia (22,51%), Índia (50,55%), Coreia (14,97% a 22,21%) e Turquia (3,45% a 5,29%) também terão produtos taxados provisoriamente. Guerra comercial: entenda a tensão entre EUA e outras potências O Departamento de Comércio americano alega que esses países vendem um tipo de tubo soldado de diâmetro largo, usado na indústria de gás e petróleo, a preços inferiores aos do mercado, prejudicando a indústria americana, segundo comunicado. As importações desses canos chineses para os Estados Unidos totalizaram US$ 29,2 milhões no ano passado, de acordo com o documento. Já as importações do mesmo produto provenientes de Canadá, Grécia, Índia, Coreia e Turquia somaram US$ 179,9 milhões, US$10,7 milhões, US$ 294,7 milhões e US$150,9 milhões, respectivamente. Seis fabricantes americanas de tubos denunciaram a suposta prática de dumping ao departamento de Comércio em janeiro, segundo o Departamento de Comércio. A decisão final sobre os tubos importados da China e da Índia será anunciada em novembro. Para os demais países, a data para o fim das investigações é janeiro de 2019. Embora este caso esteja isolado da série de tarifas impostas por Washington a produtos chineses, é mais um capítulo da política protecionista de Donald Trump, que busca reduzir o déficit comercial norte-americano. Desde o começo de seu mandato, o Departamento de Comércio levantou 120 novas investigações antidumping e de direitos compensatórios, de acordo com comunicado. Atualmente, 458 ordens comerciais nesse sentido estão em vigor. Leia Mais

Facebook e Twitter apagam mais de 900 contas ligadas ao Irã que geravam desinformação nas redes

Em julho, 32 perfis e páginas foram deletadas sob suspeita de tentar influenciar eleições parlamentares americanas, que acontecem em novembro. Facebook e Twitter anunciaram nesta terça-feira (21) que apagaram mais de 900 contas de suas redes sociais que tentavam espalhar desinformação. Segundo as empresas, elas estavam ligadas a uma empresa estatal do Irã. Os perfis, páginas e grupos começaram a ser criados em 2011, segundo a empresa de Mark Zuckerberg, e estavam presentes tanto no Facebook quanto no Instagram, sua rede social de fotos. As contas falsas também compraram propagandas na plataforma e organizaram eventos. O Facebook também divulgou que apagou algumas contas com origens russas, sem relação às iranianas. Em julho, a empresa também apagou outras 32 contas falsas sob a suspeita de tentarem influenciar as eleições parlamentares americanas, que acontecem em novembro. "Sempre há uma tensão entre desabilitar esses maus agentes rapidamente e melhorar nossas defesas no longo prazo. Se os removermos muito cedo, é mais difícil entender suas táticas e a extensão de sua rede", publicou a empresa em seu blog. Por isso, a investigação levou meses e foi dividida em três partes. No total, foram apagadas 254 páginas, 276 perfis e três grupos no Facebook, além de 116 contas no Instagram. No Facebook, uma das páginas tinha cerca de 813 mil seguidores. Já na rede social de fotos, uma das contas era seguida por até 48 mil pessoas. A rede social diz que as investigações continuam e que já reportou o que foi descoberto aos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido. Como o Irã está sob sanções por parte dos EUA, o Tesouro americano também foi informado. Após o anúncio feito pelo Facebook, o Twitter revelou que tinha apagado 284 contas em suas redes que também tinham ligação com o Irã e tentavam disseminar informações falsas. Denúncia De acordo com o Facebook, as investigações tiveram início a partir de uma denúncia feita por uma empresa de segurança digital, FireEye, em julho. Ela envolvia uma organização chamada "Liberty Front Press", que tinha ligações com uma empresa de mídia estatal iraniana. Em um relatório, a FireEye divulgou que também compartilhou a denúncia com o Twitter. Leia Mais

BHP avalia como improvável retomada da Samarco em 2019


Samarco está com as operações paralisadas desde 2015, quando o rompimento de uma barragem de rejeitos deixou 19 mortos. Há pouca probabilidade de a mineradora Samarco, uma joint venture entre a Vale e BHP Billiton, retomar as operações no próximo ano, embora espere obter todas licenças exigidas, disse a BHP nesta terça-feira (21). A declaração confirmou comentários feitos por um outro executivo da BHP, Bryan Quinn, em entrevista ao jornal Valor Econômico. Lama da Samarco muda vida marinha na foz do Rio Doce Rede Globo Quinn, presidente das joint ventures não operadas da anglo-australiana BHP, disse à Reuters em uma outra entrevista que a Samarco ainda depende de um acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para iniciar as obras de construção de um novo sistema de rejeitos de minério de ferro em Mariana (MG). Isso apesar de a empresa ter recebido do órgão ambiental estadual, há oito meses, sinal verde para as obras. Quinn explicou que as negociações com a autoridade já evoluíram, mas um termo de compromisso não foi assinado até o momento. "Estamos esperando por isso", disse o executivo. A Samarco está com as operações paralisadas desde 2015, quando o rompimento de uma barragem de rejeitos deixou 19 mortos, centenas de desabrigados e poluiu o rio Doce, que percorre diversas cidades até chegar ao litoral do Espírito Santo. Quinn, entretanto, evitou entrar em detalhes sobre quais os termos que estão sendo negociados. Procurado pela Reuters, o MPMG preferiu não dar informações, uma vez que as negociações ainda estão ocorrendo em sigilo. A construção do sistema de rejeitos, que será feita em uma cava de mineração exaurida chamada Alegria Sul, é um dos passos importantes para que a empresa possa retornar as suas atividades. A companhia obteve em dezembro de 2017 as licenças prévia e de instalação do Sistema de Disposição de Rejeitos Cava Alegria Sul, visando o retorno às operações. Quinn explicou que, após a conclusão do acordo com o MPMG, as obras de preparação da cava vão demandar ainda pelo menos dez meses. A empresa também ainda precisará obter a licença de operação da cava. Além disso, o processo de licenciamento de Alegria Sul não é o único em curso para o retorno das atividades. A empresa precisa também de um licenciamento mais complexo, que envolve todo o Complexo de Germano, onde estão as operações de mineração da empresa. Ambos os processos ocorrem concomitantemente. Em declaração recente, a Samarco disse que prevê obter em 2019 todas as licenças necessárias para retomar sua produção de minério de ferro em Mariana. Quinn evitou fazer suas próprias previsões, frisando que muitas etapas precisam ser concluídas. A retomada da produção será gradual e com capacidade reduzida, conforme as empresas já informaram anteriormente. A capacidade total da Samarco era de 30,5 milhões de toneladas de pelotas de minério de ferro por ano antes de suas operações terem sido interrompidas. O executivo reiterou ainda que o ativo é muito interessante e que a empresa está bastante disposta a buscar o retorno às atividades. Sobre os trabalhos de reparação e indenização dos atingidos pelo rompimento da barragem, o executivo afirmou que a homologação, neste mês, de um acordo entre Samarco e autoridades sobre modelo de governança para a reparação dos atingidos criou um ambiente mais estável para o trabalho e as negociações em andamento. O acordo, assinado em 25 de junho entre a Samarco e suas acionistas (BHP Billiton e Vale), Ministério Público e órgãos dos governos federal, do Espírito Santo e de Minas Gerais, extinguiu uma ação de R$ 20 bilhões movida contra as companhias. Também manteve suspensa uma ação de R$ 155 bilhões, movida pelo MP, enquanto todas as partes permanecem em negociações, com o objetivo de fechar um acordo mais complexo dentro dos próximos dois anos. Leia Mais

United Airlines espera para breve joint ventures com companhias aéreas da América Latina


No começo do mês, executivos da Azul afirmaram que a empresa estava conversando com a United sobre uma joint venture. A United Continental Holdings está vendo joint ventures com três companhias aéreas latino-americanas em um futuro próximo, mas um eventual acordo não vai deixar a empresa imune à volatilidade da região, afirmou o presidente da companhia aérea norte-americana, Scott Kirby, nesta terça-feira (21). "Eu acho que conseguiremos fazer (acordos) em um futuro não tão distante, mas é difícil prever o momento exato", disse o executivo durante o evento do setor nos Estados Unidos. "Toda a turbulência na América Latina torna as coisas mais complicadas." A United, terceira maior companhia aérea dos EUA, está tentando finalizar acordos com a colombiana Avianca Holdings , com a panamenha Copa Airlines e com a brasileira Azul . United tenta acordo com a Azul Ana Clara Marinho/TV Globo No começo do mês, executivos da Azul afirmaram que a empresa estava conversando com a United sobre uma joint venture após a conclusão do acordo de céus abertos entre Brasil e Estados Unidos. Na ocasião, o presidente do conselho da Azul, David Neeleman, disse que a conclusão de um acordo desse tipo "leva tempo". Tais parcerias vão melhorar a conectividade entre os EUA e os mercados de aviação da América Latina e criar oportunidades de crescimento, afirmou Kirby a jornalistas durante o evento. Leia Mais

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