(51) 3061-2129

A Razão Assessoria é composta por profissionais experientes, continuamente treinados, utilizando amplamente os mais novos recursos oferecidos pela informática.São mais de 16 anos de experiência e com conhecimento de quem presta serviços à vários segmentos de mercado. A informatização de nossos processos representa rapidez na emissão de relatórios e no controle.

Impostos, prazos, formas de pagamento, legislação trabalhista, fiscal... Estes dados estão sob constantes mudanças, devido a adaptações políticas e econômicas no município, estado e país. Informações atualizadas sobre estas questões são fundamentais para evitar futuros problemas, como multas. Deixá-lo informado é mais que uma obrigação da Razão Assessoria, é a sua bandeira e o seu diferencial.


Parcerias com assessorias Juridicas:


Trabalhista ; Civil; Revisionais ; Tributarias


Ultimas Noticias

A brasileira por trás de uma comunidade que ensina programação para mulheres em 45 países


Formada em estatística na Uerj e mestre em epidemiologia pela Fiocruz, Gabriela de Queiroz é gerente na IBM em São Francisco e, neste ano, foi indicada a prêmio que homenageia a contribuição de mulheres para a cultura do código aberto. A brasileira por trás de uma comunidade que ensina programação para mulheres em 45 países A estatística brasileira Gabriela de Queiroz emigrou para os Estados Unidos em 2012 com pouco dinheiro e muito apetite para aproveitar a cultura local de cursos e eventos abertos para se qualificar como cientista de dados e alavancar sua carreira. Como forma de retribuir pela formação gratuita, ela decidiu criar uma comunidade de formação em programação só para mulheres e pessoas queers que, hoje, existe em 145 cidades de 45 países e reúne 43 mil pessoas. Além de fundadora do R-Ladies, a carioca de 38 anos também é gerente de engenharia e ciência de dados na IBM, e representa a empresa em palestras e eventos que discutem o desenvolvimento da ciência de dados e a aprendizagem de máquinas. Sua contribuição à diversidade de gênero com o projeto R-Ladies fez com que ela fosse a única brasileira finalista da 5ª edição do prêmio Women in Open Source, dedicado a reconhecer mulheres líderes na cultura do código aberto. O resultado será divulgado em maio. Gabriela de Queiroz, gerente de engenharia e ciência de dados da IBM em São Francisco, fundou um grupo que hoje ensina programação a mulheres em 45 países Divulgação O que é o R? R é o nome da linguagem de programação que a comunidade criada por Gabriela ajuda a disseminar entre as minorias de gênero na área de tecnologia. A linguagem, criada por programadores da Nova Zelândia, tem sido cada vez mais usada nos últimos anos para o trabalho de análise de dados, substituindo outras linguagens de programação que não eram de código aberto, como SAS e SPSS. As duas maiores diferenças entre as linguagens de código aberto e fechado é que, no caso do código aberto, os softwares e programas usados são gratuitos, e eles podem ser melhorados pelos próprios usuários, que se juntam em comunidades para trocar experiências e se ajudar mutuamente. "Eu me lembro de ir ao centro da cidade [no Rio de Janeiro], na Rua Uruguaiana, para comprar CD pirata de SPSS. Porque é o que era usado, e esses softwares são super caros. Então eu fui lá comprar o CD para aprender", contou ela em entrevista ao G1. Nos últimos anos, os softwares voltados ao R passaram a ser adotados oficialmente por mais empresas, o que aumentou a demanda de profissionais da estatística e de outras áreas do conhecimento pelo domínio da linguagem. "A ciência de dados é tão ampla que as pessoas vêm de backgrounds diferentes. Tem gente que fez física, geologia, biologia, mas são pessoas que desenvolvem a parte de matemática, aprender a programar. Mais importante é pensar desde cedo em aprender a programar", recomenda a gerente da IBM. Trajetória acadêmica Apesar da carreira bem sucedida como cientista de dados, Gabriela levou um tempo até decidir que caminho seguir na faculdade. Em seu primeiro ano de vestibular, ela estava decidida a ingressar na carreira de veterinária. "Mas na noite anterior à segunda fase da UFF [Universidade Federal Fluminense], decidi que não era o que eu queria", lembra ela, que precisou estudar mais um ano e tentar novamente. Como gostava de matemática, física e química, ela prestou vestibular para engenharia em todas as faculdades, menos uma, na qual tentou a carreira de estatística. Acabou passando em mais de um vestibular, e durante seis meses cursou engenharia e estatística concomitantemente. Mas a estatística não a deixava feliz na época. Foi só depois de um intercâmbio nos Estados Unidos que ela conseguiu enxergar futuro na área. "Quando vim para os Estados Unidos, em 2004, fiquei impressionada. Tudo aqui era baseado em números e estatística", explica Gabriela. Ao retornar ao Brasil, ela mudou o curso de engenharia na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) para estatística e trancou a outra faculdade. Foi na Uerj, também, que ela começou a trabalhar com estatística aplicada à área de saúde no Instituto de Medicina Social (IMS), como pesquisadora bolsista. Seu próximo passo foi fazer um mestrado na área de epidemiologia pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Mas, em 2012, ela decidiu mudar de país para buscar outros rumos na carreira. "O Brasil estava muito atrás. As pessoas que fizeram estatística comigo ou seguiram carreira acadêmica, viraram pesquisadoras, ou iam trabalhar em banco, ou nas empresas de telefonia. Era mais ou menos isso e eu não me encaixava em nenhum desses perfis." Workshop gratuito do R-Ladies São Paulo em fevereiro ensinou o básico da programação em R no Centro Ana Carolina Moreno/G1 Aprendizado em comunidade Nos Estados Unidos, ela entrou com visto de estudante para fazer um mestrado em estatística com dois anos de duração. Paralelamente, começou a aproveitar as ofertas de cursos, encontros e eventos gratuitos em São Francisco, onde vivia. "Pra mim foi uma maneira de adquirir conhecimento. E nesses eventos eles dão comida. Como eu não tinha muito dinheiro, tinha o bônus não gastar muito dinheiro em alimentação", lembra ela. Depois de uns meses, ela percebeu que a cultura do código aberto e da cooperação é cíclica, e passou a ter vontade de ela também dar de volta o que tinha recebido de outras pessoas. Pensando em como fazer isso, ela percebeu que ainda faltava uma comunidade segura e inclusiva para mulheres e pessoas queer que fosse focada na linguagem R. "Não gostaria que fosse um grupo de R qualquer, queria que fosse um grupo em que pessoas se sentissem confortáveis para não serem julgadas e serem quem elas fossem", explicou Gabriela de Queiroz. A ideia tem sido bem-vinda em tempos de debate sobre os motivos que mantêm as mulheres em minoria nas áreas de exatas e de ciências (veja abaixo apresentação do R-Ladies de Madri, na Espanha): Initial plugin text "É diferente de você entrar num evento que só tem homem, você vai se sentir um pouco acuada, você fica no seu canto. Quando entro num grupo com pessoas como eu, sinto que posso ser quem eu sou. E você também não tem medo de ficar vulnerável, sabe que ninguém vai te julgar", diz ela sobre o ambiente de aprendizagem que não intimida as pessoas a tirarem dúvidas ou mostrar que não entenderam o conteúdo ensinado. "Esse é um dos benefícios. Todo mundo já entra com essa mentalidade de que dividir conhecimento é uma boa coisa." Ela afirma que o grupo foi crescendo timidamente durante os anos, mas que isso mudou em 2016, quando ela se uniu ao capítulo de Londres do R-Ladies para expandir o projeto. A iniciativa foi selecionada para o apoio financeiro de um consórcio de R. "Em 2016 só tinham quatro capítulos, com essa alavancada foi quando a gente começou a crescer. Hoje estamos em 145 cidades de 45 países", comemora ela. Mapa mostra os locais onde o R-Ladies está presente Reprodução Leia Mais

Dicas IR 2019: doações são isentas, mas precisam ser declaradas

Especialista em imposto de renda da EY, Antonio Gil dá dicas aos contribuintes. Rendimentos de doação são isentos na declaração do Imposto de Renda 2019, mas são tributáveis para as receitas estaduais. Por isso, é preciso declarar as doações recebidas e as feitas. Assista abaixo o comentário de Antonio Gil, especialista em imposto de renda da EY: Dicas IR 2019: Doações são isentas, mas podem sofrer imposto estadual Leia Mais

IR 2019: saiba qual é a diferença entre dependente e alimentando e como declarar


Normalmente, quem é dependente não pode ser informado como alimentando na mesma declaração e vice-versa. Veja como declarar e valores dedutíveis. Arte G1 Para efeitos de declaração de imposto de renda, dependente e alimentando são figuras diferentes. Normalmente, quem é dependente não pode ser informado como alimentando na mesma declaração e vice-versa. O dependente pode ser um filho, pai, mãe, irmão, companheiro (a), desde que se encaixe em uma das definições oficiais estabelecida pela Receita Federal. Já o alimentando é o beneficiário de pagamento de pensão alimentícia estabelecida por ordem judicial ou escritura pública. Portanto, normalmente será ex-esposa, ex-marido e filhos. SAIBA MAIS SOBRE O IMPOSTO DE RENDA 2019 Clique aqui para fazer o download do programa Em qual ficha declarar? Dependentes devem ser declarados na ficha chamada "Dependentes". Já alimentandos devem ser informados na ficha chamada "Alimentandos". A única exceção é para o ano da sentença que estabelece a pensão alimentícia. "Nesse caso, é possível que parte do ano a pessoa tenha relação de dependência e, posteriormente, quando inicia-se o pagamento da pensão, passe a ter a relação de alimentando. Sendo esse o caso, o contribuinte poderá informar a mesma pessoa como dependente e alimentando na declaração", explica Cleiton dos Santos Felipe, especialista em imposto de renda da BDO. O consultor lembra ainda que valores recebidos pelo alimentando a titulo de pensão alimentícia deverão ser considerados como rendimentos sujeitos à tributação mensal para o cálculo do imposto de renda, e que a tributação deve seguir a tabela progressiva, cujas alíquotas variam entre zero e 27,5% Quem pode ser declarado como dependente A Receita faz algumas exigências para evitar que algum contribuinte inclua, por exemplo, um filho de 30 anos, só porque é sustentado pelos pais. O diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos, lista abaixo as 8 situações em que é correta a inclusão do dependente: Companheiro(a) com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge; Filho(a) ou enteado(a), até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; Filho(a) ou enteado(a), se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, até 24 anos de idade; Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho; Irmão(ã), neto(a) ou bisneto(a), sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, com idade até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau; Pais, avós e bisavós que, em 2018, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, até R$ 22.847,76; Menor pobre até 21 anos que o contribuinte crie e eduque e de quem detenha a guarda judicial; Pessoa absolutamente incapaz, da qual o contribuinte seja tutor ou curador. Valores dedutíveis Algumas das despesas com dependentes podem ser usadas para abatimento no cálculo do imposto de renda. Saiba o que pode ser deduzido e quais os limites Entre as regras básicas para deduções, estão: comprovação de dependência financeira; grau de parentesco admitido pela Receita ou situação de guarda judicial; e idade limite de até 21 anos, ou até os 24 anos se o dependente estiver cursando ensino superior, técnico ou 2º grau. O alimentando por si só não representa uma dedução para o contribuinte, mas sim os valores pagos a titulo de pensão alimentícia e as despesas médicas, odontológicas e escolares, desde que estas despesas tenham sido determinadas em juízo. "Para assegurar estas deduções é importante que haja sentença judicial ou escritura pública que respalde os pagamentos da pensão alimentícia e demais despesas pagas pelo contribuinte em nome do alimentando por imposição da sentença", afirma Felipe. Leia Mais

Bloqueio no orçamento faz verba para custeio e investimentos ser a menor dos últimos dez anos

Bloqueio de R$ 29 bi foi anunciado pelo governo nesta sexta. Segundo Ministério da Economia, medida fez com que limite de despesas não obrigatórias caísse de R$ 129 bi para R$ 90 bi. Governo anuncia bloqueio de R$ 29 bilhões no orçamento O bloqueio no orçamento anunciado pelo governo nesta sexta-feira (22) fará com que a verba para custeio e investimentos seja a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional. Ao todo, o bloqueio anunciado é de R$ 29,7 bilhões e, segundo a equipe econômica, o objetivo é garantir o cumprimento da meta fiscal deste ano. Com a medida, explicou o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, o limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu de R$ 129 bilhões para R$ 90 bilhões neste ano (veja no gráfico abaixo). O governo afirma que buscará reverter o bloqueio e, com isso, tentar elevar o limite dos gastos com custeio e investimentos. Efeitos nos serviços públicos Se for confirmado o teto de R$ 90 bilhões para as despesas não obrigatórias, podem faltar recursos para alguns serviços do governo. Em 2017, por exemplo, quando o teto era de R$ 117 bilhões, a impressão de passaportes e as fiscalizações contra o trabalho escravo chegaram a ser suspensas ou reduzidas. Também houve redução nos recursos para as universidades federais. De acordo com a Instituição Fiscal Independente (IFI), órgão vinculado ao Senado, o espaço necessário para os gastos públicos deve ficar acima de R$ 75 bilhões. Assim, diz a IFI, não haverá problemas no funcionamento de ministérios nem na operacionalização de políticas públicas. Esse seria o piso necessário, de acordo com o órgão, para evitar o chamado "shutdown" da máquina pública ou "desligamento", por meio do qual o governo tem o funcionamento prejudicado e não consegue produzir alguns serviços públicos para a sociedade. De acordo com estudo do economista e pesquisador Manoel Pires, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, porém, quando se olha para "todos os indicadores disponíveis", a impressão é que se a despesa discricionária ficar abaixo de R$ 120 bilhões é "muito provável que o governo federal já esteja muito próximo de aplicar um shutdown na prática". Entre os gastos não obrigatórios, estão: Investimentos em infraestrutura; Ações de defesa agropecuária; Bolsas do CNPq; Concessão de bolsas de estudo (Capes); Pronatec; Emissão de passaportes; Farmácia popular; Fiscalização ambiental (Ibama); Bolsas para atletas; Aquisição e distribuição de alimentos para agricultura familiar; Despesas administrativas do governo (água, energia elétrica, serviços terceirizados). Segundo analistas, entre os principais gastos afetados pela redução das despesas discricionárias geralmente estão os investimentos públicos em infraestrutura, que, em 2018, atingiram o menor patamar em dez anos, somando R$ 27,8 bilhões. O que diz a equipe econômica Ao anunciar o bloqueio no orçamento de 2019, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, afirmou que o governo buscará reverter esse corte no decorrer deste ano. Para isso, espera contar com recursos decorrentes do crescimento da economia, da privatização da Eletrobras e da cessão onerosa (contrato firmado entre Petrobras e União, cujo excedente pode render cerca de R$ 100 bilhões neste ano). "Não há nenhuma estimativa de problemas na operacionalização da máquina publica. O cenário econômico está sendo acompanhado para reversão desses valores [bloqueados]", declarou ele, citando o processo de venda de ativos (Eletrobras e cessão onerosa, por exemplo). "A máquina não vai parar, absolutamente", acrescentou. No médio prazo, o governo tem defendido uma reforma da Previdência para diminuir o patamar de gastos obrigatórios, que estão acima de 90% das despesas totais neste ano para, deste modo, abrir espaço para gastos discricionários. A reforma da Previdência é prioridade da equipe econômica do governo Jair Bolsonaro, que encaminhou uma proposta ao Legislativo no mês passado. Além disso, o governo também anunciou que pretende diminuir o percentual de "vinculações" no orçamento. Leia Mais

Indicadores

Acesso Rapido

Receita Federal SEFAZ-RS JUCERGS CAIXA Banco do Brasil
Razão Assessoria Contábil - Todos os Direitos Reservados
Criação de Sites em Porto Alegre