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EUA permitem que mais estudantes estrangeiros trabalhem para apoiar economia


Programa permite aos jovens morar nos Estados Unidos por até 36 meses para trabalhar em sua especialidade. Mulher entra em loja ao lado de uma placa anunciando vagas de emprego na Times Square em Nova York, EUA Eduardo Munoz/Reuters Os Estados Unidos adicionaram 22 especialidades ao programa de treinamento profissional para estudantes estrangeiros de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, "a fim de apoiar o crescimento da economia e a inovação", anunciou nesta sexta-feira (21) o Departamento de Segurança Interna (DHS). Chamado Treinamento Prático Opcional (OPT) Stem, o programa permite aos estudantes com bacharelado, mestrado ou doutorado em determinados campos de estudo morar nos Estados Unidos por até 36 meses para trabalhar em sua especialidade. "A inovação Stem nos permite resolver os desafios complexos que enfrentamos hoje e fazer a diferença na forma como garantimos a segurança e protegemos o nosso país", disse o secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas. Entre os 22 novos campos de estudo estão a bioenergia, silvicultura, produção e gestão de recursos florestais, design de tecnologia centrada no homem, computação em nuvem, antrozoologia, ciência do clima, ciência de sistemas terrestres, economia e ciência da computação, geociências ambientais, geobiologia, geografia e estudos ambientais, economia matemática e matemática e ciências atmosféricas. Essas decisões "sobre imigração que estão muito atrasadas terão um impacto econômico positivo e ajudarão os Estados Unidos a competir de forma mais efetiva no século XXI, incentivarão o espírito empresarial e a inovação, e também beneficiarão o país durante a atual escassez de mão de obra, sem precedentes", reagiu Jeremy Robbins, diretor do Conselho Americano de Imigração. Os Estados Unidos enfrentam há meses uma escassez de mão de obra, especialmente para empregos de baixa remuneração, em um contexto de pandemia que aumentou as aposentadorias e causou um fenômeno conhecido como "A Grande Demissão", quando funcionários mudam de emprego em busca de melhores condições. Leia Mais

Inflação: como alta de preços está atingindo o Brasil e outros países


O custo de vida está subindo em todo o mundo, mas situação é pior nas nações mais pobres. Inflação deve perder força, mas PIB tende a ficar estagnado, preveem economistas para o próximo ano PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS O custo de itens básicos, como alimentos e combustíveis, está em alta em todo o mundo. Quebra de safras, a pandemia e uma escassez de gás natural estão entre os motivos por trás da carestia, mas alguns países e regiões estão sofrendo mais do que outras. Confira como a alta de preços está afetando a África Subsaariana, a Turquia, o Sri Lanka e também o Brasil. África Subsaariana A África Subsaariana é a região do continente africano ao sul do deserto do Saara. A área compreende 46 países, muito deles, os mais pobres do mundo. Na região, é comum o uso do GLP (gás liquefeito de petróleo, mais conhecido como gás de botijão) como principal combustível para cozinhar. No entanto, os preços do GLP estão em forte alta. Em algumas regiões da Nigéria, o preço do gás de cozinha nas distribuidoras mais do que dobrou no último ano, segundo o órgão estatístico oficial do país. Com isso, muitas pessoas estão recorrendo à lenha, ao carvão ou a combustíveis mais baratos e poluentes como o querosene. Isso não só é danoso ao meio ambiente, como é prejudicial à saúde de quem cozinha. A alta nos preços do petróleo também aumentou o custo dos fertilizantes e o valor de transporte dos alimentos do campo às lojas e mercados. A seca afetou colheitas em diversos países africanos, segundo o Observatório da Terra da Nasa (Agência Aeroespacial dos Estados Unidos). Isso também contribuiu para a inflação. Em Angola, o preço dos alimentos subiu 36,4% no último ano, segundo o Instituto Nacional de Estatística do país. As Nações Unidas estimam que há 282 milhões de pessoas desnutridas na África atualmente. No Malaui - país que fica no sudeste da África, próximo a Moçambique -, a alta do custo de vida levou recentemente a grandes protestos contrários ao governo. No Brasil, a inflação está em alta de mais de 10% ao ano e os combustíveis subiram 50%, Getty Images Turquia Em dezembro, milhares de pessoas protestaram em Istambul e na cidade de Diyarbakir, no sudeste do país, contra o aumento do custo de vida. A inflação subiu 36% no ano passado, de acordo com o Instituto de Estatística da Turquia (TSI). Os preços dos alimentos subiram 44% ao longo do ano e 14% apenas no mês de dezembro. Em Istambul, milhares de pessoas fazem fila para comprar pão em padarias estatais, onde os preços são subsidiados, porque não conseguem comprar pão nas padarias privadas. Os preços do pão subiram em parte por causa do aumento de preço dos combustíveis e dos fertilizantes, mas também porque o governo turco aumentou o preço mínimo do trigo e da cevada para melhorar a renda dos agricultores. E não é só a comida que está ficando mais cara. De acordo com o TSI, as tarifas de ônibus, trens e balsas aumentaram mais de 50% em 2021. As contas de luz e gás subiram 50% e 25%, respectivamente. Os governos geralmente tentam controlar a alta de preços aumentando a taxa de juros. Isso dificulta o empréstimo de dinheiro e reduz a circulação de divisas. No entanto, o presidente da Turquia, Recep Erdogan, se recusou a fazer isso, dizendo que as altas taxas de juros são "um mal que torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres". No ano passado, o presidente ordenou que o banco central da Turquia reduzisse as taxas de juros. Isso fez com que a lira turca de desvalorizasse 45% em relação ao dólar e elevou o preço dos produtos importados. O economista Ozlem Derici Sengul, sócio-fundador da Spinn Consulting em Istambul, alerta que a inflação na Turquia chegará a 50% até a primavera - que no país vai de março a junho. A resposta do governo à inflação foi aumentar o salário mínimo em 50%. O banco de investimentos Goldman Sachs prevê que subirá para entre 40% e 50%. Tarifa da luz sobe acima da inflação e deixa conta nas alturas Brasil No Brasil, a inflação está em alta de mais de 10% ao ano e os combustíveis subiram 50%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços dos alimentos subiram 14% no ano passado, com uma seca severa causando aumento de preços de alimentos básicos, como arroz e feijão, bem como da ração animal. O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo, mesmo assim, os preços da carne aumentaram tanto no ano passado que 67% da população declara ter reduzido o consumo do produto, segundo pesquisa do instituto Datafolha. O custo da energia elétrica também aumentou devido à seca. As usinas hidrelétricas, que geram a maior parte da energia do país, tiveram que parar de produzir por falta de água, sendo substituídas por termelétricas. Isso fez com que as tarifas de eletricidade doméstica aumentassem fortemente no ano passado, segundo o IBGE. O padrão de vida no Brasil está em seu pior momento desde 2012. A Fundação Getulio Vargas estima que 27,7 milhões de pessoas, da população total de 213 milhões, vivem abaixo da linha de pobreza de R$ 261 por mês. Sri Lanka Os alimentos no Sri Lanka subiram mais de 20% em relação a um ano atrás, de acordo com o índice oficial de inflação do país, porque o Estado insular tem enfrentado dificuldades para financiar a importação de itens essenciais. A pandemia de covid-19 fez com que, durante dois anos, o Sri Lanka não conseguisse gerar as receitas que normalmente consegue com o turismo. Como resultado, suas reservas em moeda estrangeira caíram muito. O governo teve que restringir as importações de alimentos porque os bancos comerciais estão ficando sem moeda estrangeira para pagar por eles. Isso produziu escassez nos mercados e aumentos acentuados de preços para muitos produtos básicos, como arroz, farinha de trigo e leite em pó. O gás de cozinha teve uma alta de preço de 85% no ano, segundo o índice oficial de inflação. Para acalmar o crescente descontentamento da população, o governo lançou um pacote de ajuda de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,45 bilhões) - incluindo reajuste salarial e de aposentadorias para funcionários do governo. Também retirou impostos sobre alguns alimentos e remédios e anunciou uma política de transferência de renda para seus cidadãos mais pobres. Leia Mais

Simples Nacional: comitê prorroga até março prazo para empresas regularizarem dívidas

Prazo acabaria em 31 de janeiro; Simples é o regime de tributação para micro e pequenas empresas. Prorrogação acontece após Bolsonaro ter vetado renegociação de dívidas. O Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu nesta sexta-feira (21) prorrogar por mais dois meses o prazo para as empresas regularizarem os débitos pendentes. Com a decisão, o prazo passa de 31 de janeiro para 31 de março. Uma resolução com a nova data será publicada no "Diário Oficial da União". Em nota, o comitê disse que a medida visa "propiciar aos contribuintes do regime o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da Covid-19". O Simples Nacional é o regime simplificado de tributação destinado a microempresas e empresas de pequeno porte. No caso das microempresas, o limite de faturamento anual é de até R$ 360 mil. Para as empresas de pequeno porte, o valor é de até R$ 4,8 milhões. Já o prazo de adesão ao Simples Nacional permanece até 31 de janeiro de 2022. Segundo o comitê, esse prazo não pode ser alterado por portaria porque está previsto em lei. Após vetar projeto, governo prevê renegociação de dívidas para MEI e Simples Nacional Veto ao Refis A decisão de prorrogar o prazo para regularização de débitos do Simples Nacional acontece após o presidente Jair Bolsonaro ter vetado integralmente o projeto que previa a criação de um programa de renegociação de dívidas para pequenos negócios (Refis). Segundo o relator do texto na Câmara, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), 16 milhões de pequenas empresas poderiam renegociar uma dívida de R$ 50 bilhões. O veto causou reação no Congresso e entre os pequenos empresários. Na semana passada, o governo lançou dois programas de renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e de pequenas empresas optantes do Simples Nacional, mas os programas abrangem somente as dívidas inscritas na Dívida Ativa da União. Com isso, parlamentares da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) e o Sebrae Nacional pediram ao governo a prorrogação do prazo para regularização de débitos do Simples Nacional. Segundo o deputado Marco Bertaiolli, que também é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o objetivo agora é derrubar o veto do presidente ao projeto do Refis para os pequenos negócios. Assim, caso o veto seja derrubado, os pequenos empresários podem aderir ao programa de refinanciamento, parcelando suas dívidas com descontos de até 90% nas multas e nos juros e de até 100% no caso dos encargos legais. E, quando a Receita Federal foi analisar se a empresa optante do Simples Nacional tem débitos pendentes, a empresa estará regularizada e não será excluída do regime. "350 mil empresas estavam sendo excluídas por terem débitos. Agora, as empresas, mesmo tendo dívidas, podem fazer o pedido de reinserção no Simples Nacional até 31 de janeiro, porque a Receita vai analisar somente em 31 de março [a regularidade da empresa], o que nos dá o tempo necessário para analisar o veto ao Refis e derrubá-lo", explicou Bertaiolli . Leia Mais

PIX: BC relata vazamento de dados cadastrais de 159,6 mil clientes da Acesso Soluções de Pagamento

É o segundo vazamento comunicado pelo Banco Central. De acordo com o BC, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, ou informações sob sigilo bancário. O Banco Central informou nesta sexta-feira (21) que houve vazamento de dados de "natureza cadastral" relacionados com o PIX de clientes da instituição financeira Acesso Soluções de Pagamento. De acordo com o BC, esse vazamento ocorreu devido a "falhas pontuais em sistemas" da empresa. O BC informou que o total de chaves potencialmente expostas é de 160.147, o que corresponde a 159.603 pessoas físicas. Isso ocorre porque uma pessoa pode ter mais do que uma chave PIX registrada. Esse é o segundo incidente de vazamento de informações relacionadas com o PIX revelado pelo BC. Em setembro do ano passado, a instituição informou o vazamento de chaves do PIX que estavam sob a guarda e a responsabilidade do Banco do Estado de Sergipe (Banese). "Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras", acrescentou. Pequenos negócios apostam no pix para vender mais Segundo o Banco Central, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais vazados serão notificadas "exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento". "Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail", informou. Além disso, o BC informou que foram adotadas "ações necessárias para a apuração detalhada do caso e aplicará as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente". A instituição esclareceu que, entre as penalidades aplicáveis, estão multas ou "inabilitação para atuar como administrador e para exercer cargo em órgão previsto em estatuto. " Ainda de acordo com o BC, as informações expostas podem ser utilizadas para aplicação de golpes de engenharia social, como, por exemplo, o golpista tentar persuadir a vítima de que é um funcionário do banco para tentar obter as credenciais de senha do usuário. Assim, acrescentou que os titulares das contas com informações vazadas devem se manter alertas e: sempre suspeitar de mensagens SMS ou em aplicativos enviadas por números desconhecidos e nunca clicar em links enviados por tais números; ter atenção redobrada ao receber ligações de pessoas se passando por Bancos e jamais fornecer informações pessoais, códigos recebidos via SMS ou senhas bancárias, nem tampouco autorizar acesso remoto ao aplicativo ou internet banking; ter cuidado com e-mails e páginas falsas que tentem se passar por qualquer instituição financeira; nunca utilizar senhas fáceis de serem descobertas. VÍDEOS: notícias de economia Leia Mais

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